| Processo: | 12/02372-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de maio de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de agosto de 2015 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Biofísica - Biofísica Celular |
| Pesquisador responsável: | Francisco Rafael Martins Laurindo |
| Beneficiário: | Thaís Larissa Araujo de Oliveira Silva |
| Instituição Sede: | Instituto do Coração Professor Euryclides de Jesus Zerbini (INCOR). Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP (HCFMUSP). Secretaria da Saúde (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Biologia celular |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | chaperona secretada | Proteína Dissulfeto Isomerase | redox | Biologia Celular |
Resumo A dissulfeto isomerase proteica (PDI) é uma chaperona redox do retículo endoplasmático, da superfamília da tiorredoxina. Nosso grupo mostrou previamente que PDI se associa ao complexo NADPH oxidase e regula sua função, estando implicada em eventos como migração de células musculares lisas. Além disso, PDI pode se translocar para o compartimento epi ou pericelular (epcPDI), no qual está relacionada à alteração do estado redox de diversas proteínas de membrana ou secretadas, que regulam fenômenos como coagulação, função plaquetária, adesão celular, proteólise, resposta imune e infecção viral. A epcPDI promove ainda internalização do NO por transnitrosação. Mecanismos dos efeitos celulares da epcPDI são ainda debatidos e pouco elucidados. Estudos em nosso grupo indicam que a inibição da epcPDI in vivo em artérias ilíacas de coelho após lesão leva a diminuição na produção de espécies reativas de oxigênio no meio extracelular e induz importante redução do calibre vascular por remodelamento. Por analogia com as funções conhecidas da PDI no retículo endoplasmático, é possível que a epcPDI promova enovelamento ou oligo(multi)merização de proteínas na superfície/espaço extracelular. O estudo de mecanismos destes processos in vivo tem limitações técnicas intrínsecas. O objetivo deste projeto é desenvolver, em cultura primária de células musculares lisas vasculares, modelos de estímulos que promovam secreção/translocação da PDI para superfície celular ou meio extracelular. Dados preliminares mostram presença de epcPDI detectável por imunofluorescência. Serão utilizados estímulos específicos para modular a expressão da epcPDI, incluindo fatores de crescimento, privação de soro, ionóforo cálcico, estressores do retículo endoplasmático, citocinas (TNF-alfa, TGF-beta) e hipóxia. A epcPDI será caracterizada quanto ao seu estado redox, atividade redutase, chaperona e sua capacidade de alterar o estado redox das proteínas da superfície celular. Estes dados serão comparados aos de células com baixa quantidade de epcPDI, constitutivamente ou por imunodepleção com anticorpos neutralizantes. Uma pergunta importante será investigar as possíveis rotas de externalização da PDI, o que fornecerá indícios de seus potenciais substratos. O entendimento mecanístico aprofundado das funções da epcPDI auxiliará a compreensão das implicações da aparente função central da epcPDI na fisiopatologia do remodelamento vascular. | |
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