| Processo: | 12/02465-8 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado Direto |
| Data de Início da vigência: | 01 de junho de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 28 de fevereiro de 2017 |
| Área de conhecimento: | Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica |
| Pesquisador responsável: | Magnus Régios Dias da Silva |
| Beneficiário: | Mirian Gonçalves Cardoso |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Bolsa(s) vinculada(s): | 14/26505-4 - Metilação de DNA de gene modulador em carcinoma medular de tiróide, BE.EP.DD |
| Assunto(s): | Endocrinologia Metilação Expressão gênica Oncogenes Carcinoma medular Glândula tireoide |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | câncer | Hes1 | medular | metilação | Tiróide | WNT5A e RET | Endocrinologia |
Resumo As modificações epigenéticas são definidas como marcas herdáveis na estrutura da cromatina que não são acompanhadas por mudanças na sequência nucleotídica de DNA. A relação entre mecanismos epigenéticos e tumorigênese foi constatada através da hipometilação global em carcinomas. A metilação gênica anormal parece desempenhar papel importante nos carcinomas diferenciados de tiroide, derivados do epitélio folicular (papilífero e folicular), já que vários dos genes supressores de tumor estão epigeneticamente silenciados; porém pouco se sabe acerca do perfil de metilação de genes relacionados ao Carcinoma Medular de Tiroide (CMT), derivado das células parafoliculares produtoras de calcitonina. Propomos pesquisar o perfil de metilação e a expressão do oncogene RET (via MAPK) e supressores de tumor WNT5A e HES1 das vias de sinalização NOTCH e WNT em linhagem celular (TT) derivada de CMT. Uma análise preliminar do padrão de metilação dos promotores desses genes nessa linhagem TT, pela técnica de bissulfito-sequenciamento, mostrou hipometilação do gene HES1 e hipermetilação do WNT5A, sugerindo modulação epigénetica na manutenção do perfil oncogênico primariamente induzida pela mutação constitutiva no gene RET. A partir desses dados preliminares e da observação clínica de que membros de uma família com a mesma mutação no gene RET apresentam idade de surgimento do tumor e prognóstico diferentes, levantamos a hipótese de que a metilação desses genes poderia desempenhar papel sobre a variabilidade de apresentação e prognóstico associado ao CMT. Portanto, neste projeto visamos analisar em peças cirúrgicas de CMT de pacientes com herança familial e esporádica, pela técnica de MSP (Methylation Specific PCR), se esse diferente perfil de metilação poderia estar relacionado a diferentes evoluções clínicas em pacientes operados e diagnosticados com mutações no gene RET em nosso laboratório. (AU) | |
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