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Estudos de permeação e biocompatibilidade de formulações de lidocaína associada a nanocápsulas de poli(epslon-caprolactona)

Processo: 12/02590-7
Modalidade de apoio:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de maio de 2012
Vigência (Término): 03 de dezembro de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Maria Cristina Volpato
Beneficiário:Cleiton Pita dos Santos
Instituição Sede: Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Toxicidade   Nanocápsulas   Anestesia odontológica   Inflamação   Lidocaína
Palavra(s)-Chave do Pesquisador:Inflamação | lidocaína | Nanocapsulas | permeação | Toxicidade | Anestesia Odontológica

Resumo

Os anestésicos tópicos disponíveis ainda não permitem anestesia indolor, considerando a dor a punção e injeção. O uso de sistemas de liberação controlada pode aumentar a eficácia de anestésicos locais. A associação de lidocaína 2% em nanocápsulas de poli(épsilon-caprolactona) mostrou boa estabilidade, menor citotoxicidade e taxa de liberação sustentada ao longo do tempo, tornando essa formulação promissora para testes de biocompatibilidade e atividade anestésica. Assim, os objetivos deste trabalho são: a) avaliar a biocompatibilidade in vitro (células epiteliais e fibroblastos gengivais humanos) em testes de: viabilidade celular (teste de MTT), presença de apoptose (quantificação da clivagem de Caspase-3) e liberação de mediadores inflamatórios IL-8, TNF-± e PGE2; b) determinar in vitro a capacidade de permeação da lidocaína através de mucosa de esôfago de porco; c) avaliar a eficácia anestésica em modelo de infiltração subcutânea em ferida cirúrgica, em ratos. Serão avaliadas as seguintes formulações: lidocaína 2%, lidocaína 2% com epinefrina 1:100.000 e lidocaína 2% em nanocápsulas de poli(epslon-caprolactona). Para avaliar a biocompatibilidade in vitro as células serão expostas a diferentes concentrações das formulações durante 1 e 24h e a quantificação de citocinas será feita com o teste de ELISA de captura. O estudo de permeação será realizado em célula de difusão vertical tipo Franz (área de permeação de 0,6 cm2) com epitélio de mucosa de esôfago de porco, sendo comparadas as formulações de lidocaína 2% e lidocaína 2% em nanocápsulas de poli(epslon-caprolactona). A eficácia anestésica das formulações será realizada 24h após desenvolvimento de hipernocicepção (ferida cirúrgica na pata). Trinta ratos (6/grupo) receberão 0,1mL de cada uma das formulações de lidocaina ou o respectivo controle lateralmente à ferida. A anestesia será avaliada pela aplicação de força ao lado da ferida com o analgesímetro de von Frey. A análise estatística será realizada por ANOVA ou teste de Kruskal-Wallis com nível de significância de 5%. (AU)

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Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
SANTOS, Cleiton Pita dos. Caracterização, biocompatibilidade, perfil de permeação e eficácia anestésica de uma formulação de lidocaína associada a nanocápsulas de poli(épsilon-caprolactona). 2015. Tese de Doutorado - Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Faculdade de Odontologia de Piracicaba Piracicaba, SP.

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