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Purificação, caracterização e estudo mecanístico com luciferina fúngica

Processo: 12/05205-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de junho de 2012
Vigência (Término): 29 de fevereiro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Exatas e da Terra - Química - Química Orgânica
Pesquisador responsável:Cassius Vinicius Stevani
Beneficiário:Rodrigo Pimenta Carvalho
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Fotoquímica   Fotobiologia   Luciferases   Fungos   Bioluminescência   Quimiluminescência

Resumo

Desde o final do século XIX, estudos têm sido realizados com organismos bioluminescentes. Apesar disso, a bioluminescência de fungos ainda é pouco compreendida no que se refere à identidade do substrato, enzimas envolvidas e mecanismo de emissão de luz. Dubois cunhou em 1887 os termos luciferina e luciferase, referindo-se ao fator termoestável (luciferina) e protéico (luciferase), presentes em extratos obtidos de organismos bioluminescentes. Segundo Harvey, luciferinas de espécies luminescentes seriam diferentes (Harvey 1957), exceto aquelas biologicamente relacionadas (Campbell 1988). Porém, estudos posteriores comprovaram que a celenterazina (luciferina de águas-vivas) estava presente em diversos organismos bioluminescentes (e.g. camarões, lulas e peixes) (Shimomura 2006), retratando assim a proposta de Harvey. Pode-se definir luciferina como um composto orgânico encontrado em seres bioluminescentes e que, durante o processo de oxidação, leva a formação de uma espécie excitada responsável pela emissão de luz. O principal objetivo deste projeto é purificar, caracterizar a luciferina de fungos, bem como estudar o mecanismo de emissão de luz. (AU)

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