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Estudo da capacidade de carga de estacas broca instrumentadas: campo experimental de fundações da UNESP de Ilha Solteira (SP)

Processo: 12/06706-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de maio de 2012
Vigência (Término): 30 de abril de 2013
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Civil - Geotécnica
Pesquisador responsável:Adriano Souza
Beneficiário:Ana Carolina Gimenes Carvalho Pereira Mota
Instituição-sede: Faculdade de Engenharia (FEIS). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Ilha Solteira. Ilha Solteira , SP, Brasil
Assunto(s):Fundações (engenharia)   Fundações e escavações   Fundações por estacas   Mecânica dos solos   Estruturas de suporte

Resumo

A determinação da capacidade de carga de estacas (Qr) é o primeiro passo para os projetos de fundações em estacas. Na região deste estudo, a estaca mais utilizada é a broca, fato este que se dá em função da colapsibilidade do solo. Na busca de melhor compreensão e precisão na determinação utilizaremos estacas broca instrumentadas com "strain gages" em 3 (três) níveis ao longo de seu fuste (0,15 m; 1,20 m e 7,85 m). Estas estacas serão confeccionadas no Campo Experimental de Fundações da UNESP de Ilha Solteira, o qual está cadastrado na Associação Brasileira de Mecânica dos Solos (ABMS). Para tal serão perfurados com trado mecânico 3 (três) furos com comprimento de 8 m e 0,30 m de diâmetro, em cada qual será colocada uma bolacha de isopor com 50 mm de espessura, na sua ponta, em seguida serão colocadas as armaduras (4f20 mm), sendo que em duas barras, diametralmente opostas, são instrumentadas. Em cada estaca será realizada 1 (uma) prova de carga rápida (QML) com o solo em sua umidade natural. Os carregamentos serão de compressão, em estágios, até atingir uma carga que resulte na ruptura do solo de fundação ou na sua deformação excessiva (maior que 25 mm). O intuito da bolacha de isopor na ponta das estacas é de separar no início das provas de carga a parcela de carga de atrito lateral (Qs,r), que se desenvolve ao longo do fuste da estaca, da parcela de carga de ponta (Qp,r). Com os valores obtidos de carga de ruptura será feito o estudo da capacidade de carga destas estacas e ainda, serão comparados com os valores estimados por intermédio de métodos semi-empíricos disponíveis na literatura técnica. (AU)

Matéria(s) publicada(s) na Agência FAPESP sobre a bolsa: