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Estudo das interações: Brevipalpus phoenicis - vírus da leprose dos citros e simbiontes

Processo: 12/07052-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de agosto de 2012
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2014
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Valdenice Moreira Novelli
Beneficiário:Alex Junior Soares
Instituição-sede: Instituto Agronômico (IAC). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Secretaria de Agricultura e Abastecimento (São Paulo - Estado). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Doenças de plantas   Leprose   Ácaros parasitos de plantas   Brevipalpus phoenicis   Simbiose   Citricultura

Resumo

A leprose dos citros é uma das mais impactantes doenças virais na citricultura brasileira, devido ao alto custo com acaricidas para o controle do vetor. Esta doença é causada pelo Citrus leprosis virus (CiLV), transmitido pelo ácaro Brevipalpus phoenicis (Geijskes) (Acari: Tenuipalpidae), e caracterizada por sintomas locais em folhas, ramos e frutos. Dependendo do nível da infecção pode causar intensa desfolha na planta, queda prematura dos frutos, diminuição da vida útil da planta e, em casos raros, à morte. Nos últimos anos houve um aumento significativo no conhecimento do patossistema leprose, principalmente em relação ao vírus, que teve seu genoma sequenciado. Porém, pouco se sabe sobre os aspectos biológicos do ácaro e a influência do CiLV ou mesmo do simbionte Cardinium, responsável pela feminilização dos ácaros. Neste trabalho, os objetivos são avaliar se o vírus interfere nos parâmetros biológicos do ácaro; estimar em qual fase biológica do vetor há maior eficiência de transmissão, considerando a presença de simbiontes (Cardinium); avaliar a eficiência na aquisição do vírus por B. phoenicis; e quantificar (ou estimar) a concentração do simbionte em todas as fases de vida do ácaro. Com os resultados, espera-se ampliar as informações sobre aspectos biológicos do ácaro e as interações que ocorrem no patossistema leprose, as quais poderão ser úteis para propor novas alternativas e estratégias para o manejo e controle da doença. (AU)