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Programa de Saúde Auditiva Infantil: triagem auditiva em crianças de 0 a 3 anos de idade

Processo: 12/08865-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de maio de 2012
Vigência (Término): 30 de abril de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fonoaudiologia
Convênio/Acordo: Fundação Maria Cecília Souto Vidigal
Pesquisador responsável:Ana Cláudia Vieira Cardoso
Beneficiário:Adriana Aparecida Tahara Kemp
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia e Ciências (FFC). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Marília. Marília , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:11/50923-2 - Programa de Saúde Auditiva Infantil: triagem auditiva em crianças de 0 a 3 anos de idade, AP.R
Assunto(s):Desenvolvimento infantil   Audição   Audiologia

Resumo

A identificação da deficiência auditiva, especialmente em crianças, é um tema que tem preocupado profissionais de diversas áreas, especialmente os fonoaudiólogos, desde a década de 1940. A perda de audição pode ser facilmente ignorada ou subestimada, por ser uma alteração silenciosa e invisível e, por este motivo pode ser diagnosticada tardiamente, atrasando as medidas de intervenção (MADELL E FLEXER, 2008). A prevalência das desordens auditivas em crianças é relativamente alta comparada com as outras desordens. Em 1999, a American Academy of Pediatrics estimou que a prevalência de perdas auditivas significativas e bilaterais variava entre 1 e 3/1000 nascidos vivos entre a população de neonatos do alojamento conjunto e entre 2 e 4/100 nascidos vivos entre os neonatos que permaneceram na Unidade de Tratamento Intensivo, ou seja, criança com indicadores de risco apresentam probabilidade mais de dez vezes maior de adquirir perda auditiva (JOINT COMMITTEE ON INFANT AND HEARING, 2000). Na Inglaterra, foi relatada prevalência de 1.06/1000 nascidos vivos para perdas auditivas maiores do que 40 dBNA (FORTNUM, SUMMERFIELD, MARSHALL, DAVIS, BAMFORD, 2001). Numerosas pesquisas nas últimas décadas têm demonstrado que a perda de audição não detectada pode trazer dificuldades no desenvolvimento das habilidades na comunicação, linguagem, fala, cognição, no processo acadêmico, na aprendizagem e, consequentemente, na futura inserção no mercado de trabalho. Além disso, pode afetar o desenvolvimento emocional e psicológico da criança. A criança com perda auditiva congênita ou adquirida no período neonatal está sujeita a uma privação sensorial durante um período importante de maturação das vias auditivas (RUBEN e RAPIN,1980). Considerando o exposto, é de extrema importância a avaliação e o diagnóstico precoce de problemas auditivos. Para diagnosticar tais alterações em crianças que não respondem adequadamente a testes subjetivos recomenda-se a utilização de testes objetivos, que não dependem da resposta da criança. Os testes objetivos mais adequados para este faixa etária são as emissões otoacústicas evocadas e potenciais evocados auditivos de tronco encefálico. Este projeto se propõe a diagnosticar perdas auditivas em neonatos e lactentes e, monitorar a função auditiva de crianças com indicadores de risco para deficiência auditiva até o terceiro ano de vida. (AU)

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