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Avaliação da diversidade de patógenos moleculares (vírus e viróides) de plantas no Brasil

Processo: 12/10199-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de junho de 2012
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Elliot Watanabe Kitajima
Beneficiário:Keldmy Obrownick da Costa
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:11/50895-9 - Avaliação da diversidade dos patógenos moleculares (vírus e viróides) de plantas no Brasil, AP.BTA.R
Assunto(s):Vírus de plantas   Viroides   Diversidade genética

Resumo

Objetivos: conhecer a diversidade dos vírus e viróides presentes na flora brasileira; avaliar a importância sócio-economica e proposição de medidas de controle. Metas gerais: manter um programa contínuo de prospecção de vírus e viróides presentes em plantas silvestres e cultivadas no Brasil (com especial enfoque no estado de São Paulo). Organizar um banco de dados sobre estes patógenos e assegurar sua contínua atualização e para esta tarefa manter uma rede de comunicação na comunidade de virologia de plantas do país. Metas específicas a. Organizar e manter um banco de dados sobre as informações existentes e a coligir (listagem dos vírus/viróides; publicações, distribuição geográfica; hospedeiras e vetores, centros de pesquisa e especialistas, etc.) que será disponibilizada à comunidade. b. Inspeção de plantas cultivadas e silvestres para detectar possíveis casos de infecção por vírus ou viróides em regiões com carência de informações. Identificar e caracterizar vírus e viróides detectados e estudar suas relações filogenéticas com outros patógenos já descritos. d. Se viável, conservar os patógenos para futuras referências. e. Adaptar e desenvolver métodos para detecção e identificação (morfológica, imunológica, molecular) destes patógenos. f. Identificar eventuais vetores e avaliar a relação vírus/vetor. g. Organizar ou indicar fontes de reagentes para detecção destes patógenos (anti-soros, primers, sondas, etc.) e disponibilizar à comunidade. h. Estabelecer uma rede de comunicação entre especialistas no país (e se possível, com os do exterior). Significância e relevância para a área de microbiologia: Vírus e viróides de plantas representam um grupo importante de patógenos que afetam o agronegócio brasileiro. Embora raramente causem perdas devastadoras (como foram as epidemias da tristeza dos citros nos anos 1940 e do mosaico dourado do feijoeiro, nos anos 1980), induzem consistentes reduções de produtividade qualitativa e quantitativa em diversas culturas. No país há numerosos casos relatados de enfermidades de hortaliças (tomate, pimentão, batata, alface, batata-doce, cebola, etc.), fruteiras (citros, videira, macieira, bananeira, abacaxi, etc.), grãos (milho, feijão, soja), cereais de inverno (trigo, cevada, centeio), plantas industriais (cana-de-açúcar, cafeeiro, fumo), ornamentais e pastagens que prejudicam a produtividade, reduzindo a eficiência e encarecendo o custo da produção e o preço do produto junto ao consumidor final. O banco de dados a ser gerado virá sistematizar um grande número de informações já existentes, através dos trabalhos desenvolvidos nas últimas oito décadas de pesquisa em virologia vegetal, e certamente deverá ele ser continuamente atualizado. As informações existentes permitirão ter uma ideia precisa dos vírus/viróides descritos no país e sua distribuição geográfica, compreender sua dispersão espacial e temporal, entender sua origem (exótica ou endógena), acompanhar sua dispersão e evolução, e servirão de importante suporte às pesquisas de geração de variedades resistentes, através do melhor entendimento de sua variabilidade. Do ponto de vista evolucionário, os conhecimentos adquiridos poderão contribuir para estudar as relações filogenéticas entre eles e com vírus de outros filos (archae, bactéria, fungos e animais). Resultados e produtos esperados em 2 anos: a. Um recenseamento mais completo e atualizado dos vírus e viróides, e seus respectivos vetores descritos até hoje no Brasil e comentários sobre sua importância, distribuição geográfica, hospedeiras, etc. Avaliação das flutuações espaço/temporal destes patógenos em uma dada região. b. Consolidação de um banco de dados sobre estes patógenos, o qual estará sempre em processo de atualiz (AU)

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