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Padrão de disseminação de Colletotrichum acutatum e eficiência de fungicidas no controle da podridão floral dos citros sob túnel de chuva

Processo: 11/21472-2
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 10 de janeiro de 2012
Vigência (Término): 09 de abril de 2012
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Lilian Amorim
Beneficiário:Fabrício Packer Gonçalves
Supervisor no Exterior: Natália A. Peres
Instituição-sede: Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil
Local de pesquisa : University of Florida, Gainesville (UF), Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:10/09012-3 - Monociclo, levantamento populacional e redução do inóculo inicial da podridão floral dos citros, BP.PD
Assunto(s):Fitopatologia   Controle químico   Podridão (doença de planta)   Colletotrichum

Resumo

Dentro do projeto temático (Processo FAPESP 2008/54176-4), do qual esse trabalho faz parte, alguns aspectos relacionados ao controle químico e à disseminação de Colletotrichum acutatum, agente causal da podridão floral dos citros (FPC), ainda não foram abordados. O controle químico da doença é realizado frequentemente na presença de chuva na região sudoeste do Estado. Mesmo assim, nenhum trabalho que avaliasse a retenção de fungicidas nas flores cítricas na presença da chuva foi realizado. C. acutatum é reconhecido por ter limitada disseminação, necessitando obrigatoriamente de chuva para sua dispersão. No entanto, resultados recentes de três safras (Silva Jr, 2011) mostram que somente a chuva dificilmente explicaria um padrão espacial aleatório de plantas doentes. A distribuição espacial das plantas doentes indica, de certo modo, uma contribuição maior do vento ou de outros agentes na disseminação de C. acutatum. Dessa forma, este projeto apresenta os seguintes objetivos: (i) avaliar o efeito da chuva na eficiência do controle químico aplicado antes, após e durante a simulação da chuva e (ii) quantificar a dispersão do patógeno sob vento e chuva mais o vento. Os experimentos a serem realizados para alcançar esses objetivos deverão ser feitos na Universidade da Florida sob supervisão da Profª. Dra. Natália A. Peres. A professora Peres é mundialmente reconhecida como especialista e líder em pesquisa com C. acutatum. Além disso, na universidade, sob sua responsabilidade há simuladores de chuva sob túnel plástico, o qual será transformado em túnel de vento com a adição de ventiladores. Esses equipamentos/estrutura são essenciais para a realização de experimentos que envolvam simulação de chuva e disseminação do patógeno. (AU)