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Desenvolvimento de vírus da cinomose canina recombinantes e caracterização bioquímica e celular in vitro

Processo: 12/06169-4
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Mestrado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2012
Vigência (Término): 31 de outubro de 2012
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Medicina Veterinária Preventiva
Pesquisador responsável:Tereza Cristina Cardoso da Silva
Beneficiário:Flávio Trigueiros Lins Britzky Roncatti
Supervisor no Exterior: Veronika von Messling
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária (FMVA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Local de pesquisa : National University of Singapore (NUS), Cingapura  
Vinculado à bolsa:10/12722-2 - Avaliação dos parâmetros pró- e anti-apoptóticos em cultura in vitro de monócitos caninos submetidos à infecção pelo vírus da cinomose, BP.MS
Assunto(s):Virologia veterinária   Cinomose   Vírus da cinomose canina

Resumo

Morbillivirus são vírus de RNA sentido negativo que causam doenças severas em seus respectivos hospedeiros. Estudos da patogênese do measles vírus (MeV) em primatas não humanos, e o vírus da cinomose (CDV) em furões revelam que estirpes virais selvagens inicialmente infectam células do sistema imune e então prosseguem para tecidos epiteliais e em alguns casos o sistema nervoso central (SNC). A partir de transmissão por aerossóis, esses vírus inicialmente têm como objetivo células do sistema imune que possuem uma molécula de ativação linfocitária (SLAM; CD150) no trato respiratório e então disseminam-se pelo sistema linfático. Proteínas SLAM de hospedeiros de diferentes espécies servem como receptores para múltiplos morbilivirus (31). A importância de se ter como alvo células do sistema imune para o estabelecimento da infecção por morbilivirus é ilustrada pela completa atenuação do MeV e CDV com falhas na ligação de proteínas SLAM in vivo, apesar de sua habilidade de infectar e se replicar em células que não são do sistema imune com eficiência similar à de estirpes virais selvagens in vitro. Devido à doença mais severa que o CDV causa em furões, esse modelo animal é ideal para caracterizar os mecanismos de patogenecidade dos morbilivirus. (AU)