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Estudos de permeação e biocompatibilidade de formulações de articaína associada a nanocápsulas de poli(epslon-caprolactona).

Processo: 12/02539-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de julho de 2012
Vigência (Término): 18 de fevereiro de 2015
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia
Pesquisador responsável:Maria Cristina Volpato
Beneficiário:Camila Batista da Silva de Araujo Candido
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Piracicaba , SP, Brasil
Assunto(s):Nanocápsulas   Carticaína   Anestesia odontológica   Inflamação   Teste de biocompatibilidade

Resumo

Os anestésicos locais são os medicamentos mais usados para manejo da dor trans e pós-operatória em procedimentos na área médica e odontológica. Além da toxicidade aos sistemas nervoso central e cardiovascular, podem exercer uma grande variedade de efeitos sobre as células, podendo interferir em processos de cicatrização e resposta inflamatória e também causar citotoxicidade. Uma das possibilidades para a redução da toxicidade de fármacos e melhora na biodisponibilidade dos mesmos é o uso de sistemas de liberação controlada, como as nanopartículas poliméricas. Desta forma, os objetivos deste trabalho são: 1) avaliar a biocompatibilidade in vitro (células epiteliais e fibroblastos gengivais humanos) em testes de: viabilidade celular (teste de MTT), microscopia de fluorescência, apoptose celular (citometria de fluxo e caspase 3) e liberação de mediadores inflamatórios IL-8, TNF-± e PGE2; 2) determinar in vitro a capacidade de permeação da articaína através do epitélio de mucosa do esôfago de porco; 3) avaliar a eficácia anestésica em modelo de infiltração subcutânea em ferida cirúrgica, em ratos. Serão avaliadas as formulações anestésicas: solução de articaína a 2% sem aditivos, solução de articaína a 2% com epinefrina a 1:200.000, suspensão de articaína a 2% associada a nanocápsulas de poli (epslon-caprolactona), suspensão de articaína 2% associada a nanocápsulas de poli(epslon-caprolactona) com epinefrina 1:200.000, juntamente com seus respectivos controles: solução de cloreto de sódio 0,9%, solução fisiológica com epinefrina, nanocápsulas de poli(epslon-caprolactona) sem anestésico local, nanocápsulas de poli(epslon-caprolactona) com epinefrina e solução de articaína 4% com epinefrina 1:200.000. Para avaliar a biocompatibilidade in vitro as células serão expostas a diferentes concentrações das formulações anestésicas durante 1 e 24h e a quantificação de citocinas será feita com o teste de ELISA de captura. O estudo de permeação com as formulações de articaína sem vasoconstritor será realizado em célula de difusão vertical tipo Franz (área de permeação de 0,6 cm²) com epitélio de mucosa de esôfago de porco. A eficácia anestésica das formulações será realizada 24h após desenvolvimento de hipernocicepção (ferida cirúrgica na pata). Cinquenta e quatro ratos (6/grupo) receberão 0,1mL de cada uma das formulações de articaína ou o respectivo controle lateralmente à ferida. A anestesia será avaliada pela aplicação de força ao lado da ferida com o analgesímetro de von Frey. A análise estatística será realizada por ANOVA ou teste de Kruskal-Wallis com nível de significância de 5%.

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
CANDIDO, Camila Batista da Silva de Araujo. Biocompatibilidade, perfil de permeação e eficácia anestésica de formulações de articaína associada à nanocápsulas de poli (epsilon-caprolactona). 2015. Tese de Doutorado - Universidade Estadual de Campinas. Faculdade de Odontologia de Piracicaba.

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