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Cultivo e expansão de eritroblastos a partir de células mononucleares do sangue periférico para avaliar a eficiência da nucleoporação com plasmídeo contendo o gene GFP

Processo: 12/06804-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de julho de 2012
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2012
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica
Pesquisador responsável:Lygia da Veiga Pereira
Beneficiário:Lucas Assis Pereira
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Biologia molecular   Proteínas de fluorescência verde

Resumo

Recentemente, pesquisadores utilizando fibroblastos murinos e humanos desenvolveram uma técnica para a reprogramação de células somáticas em células tronco pluripotente induzidas (iPSC), onde foram empregados 4 fatores para a reprogramação celular. Desde então, diversos estudos estão reproduzindo esta técnica de maneira efetiva em diferentes tipos celulares. A reprogramação pode ser feita de diversas formas, utilizando micro RNAs (miRNA), vetores epissomais (que podem ser facilmente perdidos após sucessivas mitoses), introdução de um pequeno DNA circular (mini-circulo) com os fatores de transcrição na célula, cultivo celular em meio de cultura com um determinado conjunto de proteínas específicas, entre outros. Porém, a obtenção de fibroblastos de pacientes para a geração de iPSC utiliza a biópsia da pele. Este é um método invasivo e com cultura celular de crescimento lento quando comparado à obtenção de células sanguíneas. Devido a este fato, muitos estudos se concentraram na reprogramação das células sanguíneas que são facilmente obtidas e possuem um crescimento mais acelerado do que os fibroblastos. Com isso, as células sanguíneas se tornaram uma fonte promissora para a reprogramação celular em iPSC para o desenvolvimento de modelos de doenças humanas. Neste trabalho, pretendemos realizar o cultivo e expansão de eritroblastos provenientes do sangue periférico (células mononucleares - MNC) e a nucleoporação utilizando um plasmídeo contendo o gene de GFP e posteriormente analisar a eficiência desta técnica.