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Modelagem cinética da reforma a vapor do etanol para produção de hidrogênio

Processo: 12/09936-6
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2012
Vigência (Término): 31 de maio de 2013
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Química - Processos Industriais de Engenharia Química
Pesquisador responsável:Joao Batista Oliveira dos Santos
Beneficiário:Vinicius Noboru Kuramoto
Instituição-sede: Centro de Ciências Exatas e de Tecnologia (CCET). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:11/50727-9 - Desenvolvimento de sistemas para produção de hidrogênio e para geração e utilização de energia eletro-química, AP.TEM
Assunto(s):Etanol   Hidrogênio

Resumo

A reforma a vapor do etanol será estudada sobre catalisadores bimetálicos de cobalto e níquel, os quais serão preparados por impregnação do respectivo nitrato sobre alumina, aluminato de magnésio e aluminato de zinco. Os catalisadores impregnados serão secos a 120º C por 24 h e calcinados em ar sintético a 400º C por 24 h. Todos os catalisadores serão caracterizados por: a) difração de raios-x para a determinação das fases presentes no catalisador; b) redução à temperatura programada para verificação do grau de redução dos óxidos de níquel e cobalto para as suas formas metálicas; c) adsorção de nitrogênio para medida da área BET; d) microscopia eletrônica de transmissão para verificação da forma das partículas metálicas; e e) desidrogenação do ciclohexano para a medida da dispersão metálica. As medidas cinéticas serão realizadas entre 250 e 750º C, com razões de água e etanol de 1 a 8, e com diferentes tempos espaciais, para a determinação da freqüência de reação e da energia de ativação. O principal objetivo deste trabalho é modelar a cinética da reforma a vapor do etanol, propor um modelo cinético para essa reação e propor uma seqüência de etapas elementares para a reação. Finalmente, com a modelagem cinética será possível verificar a influencia de cada reação sobre a taxa global de reação e, com isso, propor modificações no catalisador que sejam capazes de melhorar o sistema reacional para a produção de hidrogênio.

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