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Investigação do polimorfismo C341T do gene GSTP1 em pacientes com cirrose e carcinoma hepatocelular

Processo: 12/11847-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2012
Vigência (Término): 31 de agosto de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Genética - Genética Humana e Médica
Pesquisador responsável:Eny Maria Goloni Bertollo
Beneficiário:Pamela Risardi Francelin
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto (FAMERP). Secretaria de Desenvolvimento Econômico (São Paulo - Estado). São José do Rio Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Polimorfismo genético   Cirrose hepática   Carcinoma hepatocelular   Biologia molecular

Resumo

O carcinoma hepatocelular (CHC) é o tumor primário mais freqüente do fígado. Os principais fatores de risco incluem infecção viral crônica por VHB e VHC, cirrose, doença hepática alcoólica/não-alcoólica e doenças genéticas hereditárias como a doença de Wilson e a hemocromatose. Essas doenças estão relacionadas com eventos biomoleculares que desencadeiam a carcinogênese do hepatocarcinoma, uma vez que elas podem interferir na síntese de DNA. Polimorfismos em genes metabolizadores de xenobióticos, tais como os membros da família glutationa-S-transferases (GSTs) podem levar ao aumento da ativação dos carcinógenos ou à diminuição da habilidade para inativá-los podendo aumentar o risco para o câncer. Este projeto tem como objetivo analisar o polimorfismo C341T do gene GSTP1 em pacientes com cirrose e carcinoma hepatocelular e em indivíduos sem história de neoplasia (grupo controle), visando identificar biomarcadores de suscetibilidade deste tipo de câncer. Na presente proposta, serão avaliados 150 pacientes com diagnóstico patológico de cirrose ou carcinoma hepatocelular e amostras de sangue de 500 indivíduos do grupo controle. Algumas variáveis a serem analisadas serão: idade, vírus B, vírus C, etilismo, cirrose, diabetes melitos, IMC e nível de alfa fetoproteína. A genotipagem dos polimorfismos será realizada por PCR-RFLP. Os achados moleculares e as informações sobre os fatores de risco serão avaliados estatisticamente. Os resultados poderão contribuir para o esclarecimento do papel de fatores genéticos nas diferenças de suscetibilidade ao efeito de carcinógenos e identificar biomarcadores de suscetibilidade.