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Modelagem estatística para confiabilidade de redes sociais

Processo: 12/04444-8
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2012
Vigência (Término): 31 de maio de 2013
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia de Produção - Pesquisa Operacional
Pesquisador responsável:Sandra Cristina de Oliveira
Beneficiário:Jéssica Katty Uehara
Instituição-sede: Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Tupã. Tupã , SP, Brasil
Assunto(s):Estatística aplicada   Teoria dos grafos   Grupos de pesquisa   Inferência estatística   Redes sociais

Resumo

Existe praticamente um consenso de que o mundo se tornou mais complexo e que, individualmente, é muito difícil construir o conhecimento. O estímulo à formação de grupos de pesquisa - por parte das universidades e de órgãos de fomento - atesta essa realidade. Portanto, grupos de pesquisa altamente confiáveis, ou seja, com uma estrutura forte de colaboração dos pesquisadores, podem contribuir ampla e intensamente no surgimento e/ou na concretização de ideias, uma vez que são responsáveis por grande parte das investigações realizadas na atualidade e também pela formação de inúmeros pesquisadores. Um grupo de pesquisa pode ser considerado uma rede social, a qual pode ser modelada por um grafo. Na literatura, existem algumas maneiras de se calcular a confiabilidade de uma rede modelada por um grafo G composto por n vértices e m arestas. A proposta deste trabalho é obter a confiabilidade de redes considerando os vértices (pesquisadores que compõem um grupo de pesquisa) não confiáveis ou propensos a falhas e somente as arestas (ligações entre esses agentes) perfeitamente confiáveis; apresentar uma análise estatística baseada em inferência clássica para o cálculo da confiabilidade de redes; e, neste constexto, apresentar algumas medidas de centralidade de vértices que auxiliarão na identificação de situações onde a inserção de uma ou mais arestas poderá aumentar a confiabilidade de redes. A metodologia será exemplificada por meio de uma rede fictícia e de dois casos especiais de rede social de pesquisadores, ou seja, de grupos de pesquisa da UNESP cadastrados no CNPq.