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Caracterização molecular do gene que codifica a mucina de sinalização Msb2 em Aspergillus fumigatus

Processo: 12/09480-2
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2012
Vigência (Término): 31 de agosto de 2012
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Microbiologia - Biologia e Fisiologia dos Microorganismos
Pesquisador responsável:Gustavo Henrique Goldman
Beneficiário:Camila Siqueira Silva
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Aspergillus fumigatus   Transdução de sinais

Resumo

Aspergillus fumigatus consiste em um importante fungo patogênico oportunista e segunda causa mais frequente de infecções fúngicas em pacientes imunocomprometidos, sendo responsável pelo alto índice de mortalidade nestes indivíduos. Este fungo apresenta grande capacidade de se adaptar a diversas condições de estresse encontradas durante a invasão e proliferação no organismo do hospedeiro. Os mecanismos adaptativos que conferem resistência ao estresse podem contribuir para uma eficiente colonização e persistência do fungo. As vias de reconhecimento e transdução de sinal são imprescindíveis neste processo e na patogenicidade fúngica. A Msb2 é uma mucina de sinalização transmembrana que parece desempenhar função importante na transdução de sinais via MAPK relacionadas à via de crescimento filamentoso e alta osmolaridade do glicerol, constituindo fator determinante na virulência fúngica. A via de sinalização de alta osmolaridade do glicerol é fundamental para a regulação da morfologia, crescimento e adaptação ao estresse bem como na virulência em vários fungos patogênicos, e portanto, representa um possível alvo para novas drogas. Portanto, este estudo será realizado com a finalidade de investigar o papel da proteína transmembrana Msb2 na ativação das vias MAPK bem como no controle de crescimento e virulência em A. fumigatus. A caracterização funcional de Msb2 bem como de outros fatores relacionados à regulação da via de sinalização MAPK contribuirá para o desenvolvimento de novas drogas para o tratamento antifúngico, indispensável a pacientes acometidos por aspergilose invasiva.