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Modelo de estudo para avaliar o impacto de patógenos entéricos em mananciais de abastecimento público

Processo: 12/13232-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de agosto de 2012
Vigência (Término): 31 de janeiro de 2015
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Sanitária
Convênio/Acordo: SABESP
Pesquisador responsável:Maria Helena Matte
Beneficiário:Patrícia Garrafa
Instituição-sede: Faculdade de Saúde Pública (FSP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Empresa:Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Saúde Pública (FSP)
Vinculado ao auxílio:10/50797-4 - Modelo de estudo para avaliar o impacto de patógenos entéricos em mananciais de abastecimento público, AP.PITE
Assunto(s):Lodo   Água   Vírus   Infecções bacterianas

Resumo

Os vírus entéricos humanos são responsáveis por grande parte das infecções presentes na população, sendo encontrados no esgoto, lodo, solo, água do mar, águas estuarinas, rios e inclusive na água potável e, devido ao tratamento insuficiente disponibilizado para remoção desses patógenos. No Brasil, em setembro de 2006, entrou em vigor a resolução n° 375 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (CONAMA) estabelecendo critérios e procedimentos para o uso, em áreas agrícolas, do lodo gerado em estação de tratamento de esgoto sanitário evitando riscos à saúde pública e ao ambiente. Atualmente, a revisão dos parâmetros da Portaria 518 está em discussão, para a inserção de indicadores mais efetivos sobre a qualidade da água de abastecimento. Um dos parâmetros em discussão é a inserção de vírus, além de outros microrganismos, como indicadores de contaminação fecal. Assim, o objetivo desse trabalho é o monitoramento dos principais mananciais que abastecem a região metropolitana da cidade de São Paulo (RMSP) e reunir informações quanto à quantidade e quais vírus estão efetivamente presentes nestes mananciais, para assim, estimar o risco associado ao consumo da água pela população, através da abordagem de Avaliação Quantitativa de Risco Microbiológico (AQRM). Essa caracterização irá igualmente orientar a empresa de saneamento quanto ao método de tratamento mais adequado e fornecerá informações para a revisão da Portaria 518 que estabelece parâmetros para potabilidade da água para consumo humano. (AU)