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Determinação de transcritos relaciodado à resposta ao estresse metálico em Gracilaria domingensis

Processo: 12/12235-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado
Vigência (Início): 01 de setembro de 2012
Vigência (Término): 31 de março de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Bioquímica - Biologia Molecular
Pesquisador responsável:Pio Colepicolo Neto
Beneficiário:Cíntia Simas Rodrigues dos Santos
Instituição-sede: Instituto de Química (IQ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:10/50193-1 - Estudos de bioprospecção de macroalgas marinhas, uso da biomassa algal como fonte de novos fármacos e bioativos economicamente viáveis e sua aplicação na remediação de áreas impactadas. (Biodiversidade marinha), AP.BTA.TEM
Assunto(s):Transcriptoma

Resumo

A preocupação com a contaminação por metais no meio ambiente aquático vêm crescendo nos últimos anos no Brasil, principalmente pelo aumento na produção industrial e da ocupação das áreas costeiras, que resultou no aumento do despejo de materiais contendo este tipo de poluente. A utilização de algas para o estudo e a detecção destes metais foi definida por diversas características como pela sua posição na base da cadeia alimentar tornando-a o componente inicial da introdução destes metais na cadeia alimentar marinha que, sendo afetada pelo efeito da biomagnificação, torna imprópeis alimentos utilizados pelo homem. A capacidade destes organismos de descontaminar o ambiente por diversos processos metabólicos característicos também torna interessante seu estudo, assim como a sua distribuição mundial que a torna um bom biomonitor para o controle de dispersão de contaminações, entre outras. Considerando que a contaminação é tóxica quando se torna biodisponível, isto é, quando passa a induzir respostas moleculares e celulares nos organismos do ambiente, a determinação de sinais precoces dessa reação, como a presença de determinadas moléculas de RNA, permitirá o início mais rápido de medidas de contenção.A escolha da macroalga Gracilaria domingensis, uma alga marinha nativa, reflete na falta de dados moleculares para algas vermelhas, principalmente brasileiras. Desta forma o estudo do seu transcriptoma não só permitirá um aprofundamento no conhecimento sobre as vias metabólicas de resposta ao estresse por poluentes, mas também disponibilizará seqüências de genes deste organismo para futuros estudos.