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Influência da obesidade sobre a função e atividade eletromiográfica dos músculos do assoalho pélvico

Processo: 12/11502-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2012
Vigência (Término): 30 de setembro de 2013
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Fisioterapia e Terapia Ocupacional
Pesquisador responsável:Patricia Driusso
Beneficiário:Tais Caldeira Simoncini
Instituição-sede: Centro de Ciências Biológicas e da Saúde (CCBS). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Assunto(s):Eletromiografia   Assoalho pélvico   Obesidade   Fisioterapia   Saúde da mulher

Resumo

As disfunções do assoalho pélvico são muito comuns e afetam predominantemente as mulheres. Estas têm como conseqüência as incontinências urinária e fecal, distopias genitais, anormalidades do trato urinário inferior, procidências retais, disfunções sexuais, dor pélvica crônica, prolapsos de órgãos pélvicos, dentre outras. Sabe-se que a obesidade está entre os principais fatores de risco para desenvolvimento das disfunções do assoalho pélvico. No entanto, o mecanismo exato responsável por essa associação é pouco esclarecido. Diante disso, o objetivo deste estudo é comparar a função e a atividade eletromiográfica da musculatura do assoalho pélvico em mulheres com índice de massa corporal indicativos de normalidade e obesidade. Serão avaliadas mulheres com idade entre 18 a 30 anos, sexual e fisicamente ativas. As voluntárias serão divididas em dois grupos segundo o índice de massa corporal (IMC): grupo com IMC indicativo de normalidade (n=30; 18 > IMC < 25 kg/m2) e grupo com IMC indicativo de obesidade (n=30; IMC e 30 kg/m2). As voluntárias serão medidas pesadas e submetidas a uma avaliação composta por bioimpedância, palpação digital, perineometria e eletromiografia dos músculos do assoalho pélvico. Testes adequados serão aplicados para verificar a relação entre as variáveis de função dos músculos do assoalho pélvico e as variáveis relacionadas à obesidade. Estudos recentes demonstram que a obesidade apresenta características de epidemia. Diante dessa nova realidade, este estudo pode auxiliar na elaboração de estratégias preventivas precoces para as disfunções do assoalho pélvico, promovendo uma melhora da qualidade de vida das mulheres.