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Efeitos da Vitamina D na hipertensão arterial e na lesão renal isquêmica induzida por estenose crônica da artéria renal no modelo 2 Rins - 1 Clipe

Processo: 12/11607-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de setembro de 2012
Vigência (Término): 31 de agosto de 2013
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Mirian Aparecida Boim
Beneficiário:Daniele Berruezo Lucio Silva
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Nefrologia   Hipertensão renovascular   Sistema renina-angiotensina   Vitamina D

Resumo

A Hipertensão Arterial Renovascular (HARV) é causada por uma isquemia renal, geralmente em consequência a uma lesão obstrutiva parcial ou completa de uma ou ambas artérias renais. O modelo experimental mais utilizado de HARV foi desenvolvido por Goldblatt, em 1934, o qual consiste na colocação de um clipe de prata na artéria renal esquerda, também conhecido como modelo 2 Rins - 1 Clipe (2R-1C). O objetivo deste modelo é reduzir o fluxo sanguíneo e ativar o Sistema Renina Angiotensina-Aldosterona (SRAA), cujo principal efeito é elevar a pressão arterial sistólica (PAS). O controle desta patologia ainda é crítico, portanto, nos propusemos a testar a hipótese de que o tratamento com Vitamina D poderia ser útil na minimização da HARV baseando-se nos seguintes critérios: 1 - A HARV é dependente de ativação do SRAA; 2 - A Vit D tem capacidade de diminuir a atividade do gene codificador da renina; 3 - A Vit D tem efeito renoprotetor, com ação anti inflamatória. Ratos Wistar machos e adultos serão submetidos ao clampeamento parcial da artéria renal esquerda. Após a 3ª. semana, quando os níveis pressóricos estiverem significantemente elevados, a vitamina D será administrada na dose 0.5 ug/kg (i.p.), até a sexta semana. A PAS será monitorada semanalmente usando o método de pletismografia. Urina de 24 hs será coletada antes e após o tratamento. Ao final do protocolo, além da urina, será coletada amostra de sangue para dosagens bioquímicas. O córtex e a medula do rim clipado serão separados para avaliar a expressão de renina e dos demais componentes do SRA por western blotting e por PCR em Tempo real. A atividade do SRA sistêmica será avaliada pela atividade de renina plasmática. Coloração Hematoxilina e eosina (HE) será utilizada para analisar a morfologia renal. A função renal será estimada pela creatinina plasmática e urinária, proteinúria e dosagem urinária de sódio e de potássio.

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