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Efeito do exercício físico aeróbio no perfil inflamatório e na sensibilidade à insulina de pacientes com lúpus eritematoso sistêmico

Processo: 12/16902-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de setembro de 2012
Vigência (Término): 31 de agosto de 2013
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Eloisa Silva Dutra de Oliveira Bonfá
Beneficiário:Erika Miyuki Yariwake
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:11/24093-2 - Efeito do exercício físico aeróbio no perfil inflamatório e na sensibilidade à insulina de pacientes com lúpus eritematoso sistêmico, AP.R
Assunto(s):Lúpus eritematoso sistêmico   Exercício físico   Resistência à insulina   Reumatologia   Inflamação

Resumo

O lúpus eritematoso sistêmico (LES) é uma doença autoimune de causa desconhecida e acometimento sistêmico. As principais manifestações desencadeadas pelo LES decorrem de um processo inflamatório crônico, que está associado à maior prevalência de resistência à insulina (RI) nesses pacientes. Sabe-se que um estilo de vida fisicamente ativo influencia positivamente o processo inflamatório e a RI. O presente estudo será dividido em dois ensaios clínicos. O primeiro será um ensaio agudo para avaliar as respostas das citocinas pró e anti-inflamatórias ao exercício aeróbio moderado e intenso, e o segundo, um ensaio crônico com o objetivo de verificar os efeitos de um programa de exercício físico aeróbio sobre a sensibilidade à insulina e as citocinas pró e anti-inflamatórias. Serão estudadas mulheres com diagnóstico de LES provenientes do ambulatório de Reumatologia do HC-FMUSP. No ensaio agudo participarão 15 pacientes com LES em atividade (LESATIV), 15 pacientes com LES fora de atividade (LESINATIV) e 15 sujeitos controles saudáveis (CS1). Todos os grupos passarão por uma avaliação clínica e farão duas sessões agudas de exercício aeróbio (moderado e intenso) para verificar a resposta das citocinas pró e anti-inflamatórias, que serão avaliadas em repouso, no pico do exercício, de 30 em 30 minutos até 3 horas e 24h após o término do exercício. No ensaio crônico, serão avaliadas 30 pacientes com LES e 15 sujeitos controles saudáveis (CS2). As voluntárias portadoras de LES serão aleatorizadas em dois grupos: treinado (LT) e sedentário (LS). No período basal (PRE) e após 12 semanas de treinamento (POS), as voluntárias dos grupos LT e LS serão avaliadas quanto à sensibilidade à insulina, atividade da doença e da qualidade de vida, capacidade física, consumo alimentar, composição corporal, concentrações plasmáticas de leptina, adiponectina, resistina e visfatina e expressão proteica de membros da cascata de sinalização insulínica, de citocinas pró e anti-inflamatórias e translocação de GLUT-4 por meio de biópsia muscular. Em ambos os estudos as voluntárias do grupo controle serão pareadas por idade e índice de massa corporal (IMC), mas apenas serão avaliadas no período basal. (AU)