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Caracterização das superfícies dos aços AISI 4140 e AISI H13 após o desgaste por deslizamento lubricado

Processo: 12/12987-1
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2012
Vigência (Término): 30 de setembro de 2013
Área do conhecimento:Engenharias - Engenharia Mecânica - Processos de Fabricação
Pesquisador responsável:Amilton Sinatora
Beneficiário:Ane Cheila Rovani
Supervisor no Exterior: Michel Mermoux
Instituição-sede: Escola Politécnica (EP). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : Université de Grenoble, França  
Vinculado à bolsa:10/10623-7 - Estudo da transição do regime do desgaste moderado para o desgaste severo sem lubrificação e em regime de lubrificação limítrofe, BP.DR
Assunto(s):Atrito   Desgaste (tribologia)   Lubrificação   Aço

Resumo

Os mecanismos do desgaste e atrito que ocorrem durante o desgaste por deslizamento, bem como, a força na qual ocorre a transição do desgaste moderado para severo, são influenciados pela força aplicada, rugosidade, temperatura e umidade, sendo estas variáveis mais frequentemente estudadas. Entretanto, a avaliação da remoção de debris da superfície de deslizamento e a influência do óleo com aditivo lubrificante ( e.g. Ácido Esteárico C18H32O2) ainda não foram estudados de forma a entender os mecanismos e a força na qual ocorre a transição de desgaste moderada para severo no deslizamento. O projeto tem como objetivo avaliar e caracterizar a superfície dos materiais em contato sem a presença de debris e sob lubrificação limítrofe, após ensaios de desgaste por deslizamento. Os materiais empregados no estudo serão o pino de aço AISI 4140 - 435 HV30 e o disco aço AISI H13 - 435 e 530 HV30. Após os ensaios os materiais serão avaliados através das caracterizações das interfaces empregando as técnicas de Espectroscopia Raman, perfilometria óptica 3D e MEV-FEG/EDS, visando um melhor entendimento dos fenômenos que ocorrem durante o desgaste por deslizamento em regimes de desgaste moderado, no regime de transição e no regime severo do desgaste, com a avaliação morfológica das partículas de desgaste, verificando a formação do tribo filme de óxido, adesão na superfície de desgaste e a deformação plástica. Estas análises e caracterizações serão capazes de fornecer informações sobre a rugosidade e perfil da superfície em 3D, evidenciando a importância da limpeza da pista de desgaste e do aditivo lubrificante no desgaste por deslizamento. (AU)