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O iodeto regula a expressão e atividade do seu transportador apical pendrina? estudo em células PCCl3 e TSA-201

Processo: 12/13011-8
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 10 de dezembro de 2012
Vigência (Término): 09 de outubro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Maria Tereza Nunes
Beneficiário:Jamile Calil Silveira
Supervisor no Exterior: Peter Kopp
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : Northwestern University, Evanston, Estados Unidos  
Vinculado à bolsa:10/05503-2 - Efeito da administração aguda de iodo sobre a expressão e a atividade do promotor do gene da pendrina: estudo in vivo e in vitro, BP.DR
Assunto(s):Hormônios tireóideos   Iodetos   Proteínas de transporte de ânions   Pendrina

Resumo

Os Hormônios Tiroidianos (HT) são essenciais para o desenvolvimento, crescimento e metabolismo. A síntese de HT requer o transporte eficiente de iodeto do líquido extracelular para as células foliculares tiroidianas, no entanto, os mecanismos envolvidos no efluxo apical do iodeto para o lúmen folicular ainda é pouco conhecido. A descoberta de mutações no gene SLC26A4 em pacientes com Síndrome de Pendred (surdez congênita, bócio e defeito na organificação do iodeto) sugeriu um possível papel para a proteína codificada por ele, a pendrina, como um transportador apical de iodeto. Estudos funcionais têm corroborado a hipótese da pendrina ser o principal responsável pelo efluxo apical do iodeto nos tirócitos. Sabendo-se que: 1) o mecanismo de efluxo do iodeto ainda é alvo de discussão entre pesquisadores; 2) nosso grupo já demonstrou que o iodeto regula a expressão do mRNA de pendrina; 3) a regulação da atividade da pendrina pelo iodeto nunca foi estudada; 4) a pendrina possui sítios de fosforilação responsivos ao TSH, este estudo tem por objetivo determinar se a inserção de pendrina na membrana plasmática e a sua atividade são reguladas pela concentração intracelular de iodeto. Pretende-se ainda avaliar estes parâmetros em resposta ao TSH, após mutações nos sítios de fosforilação, simultâneas ou individuais, nas posições S49 (S49A) e T717 (T717A). O efeito do iodeto na localização e atividade de Pendrina será estudado em células PCCl3, enquanto as mutações nos sítios de fosforilação serão estudadas em células transfectadas TSA-201, um clone da linhagem de rim humano HEK 293. A análise do conteúdo da proteína na membrana plasmática será feita por biotinilação e Western Blotting. A localização de pendrina será determinada por Imunofluorecência e Microscopia Confocal. Para analisar a atividade de pendrina nas diferentes condições, avaliaremos o conteúdo intracelular de 125I, bem como seu efluxo. (AU)

Publicações científicas
(Referências obtidas automaticamente do Web of Science e do SciELO, por meio da informação sobre o financiamento pela FAPESP e o número do processo correspondente, incluída na publicação pelos autores)
CALIL-SILVEIRA, JAMILE; SERRANO-NASCIMENTO, CAROLINE; KOPP, PETER ANDREAS; NUNES, MARIA TEREZA. Iodide excess regulates its own efflux: a possible involvement of pendrin. AMERICAN JOURNAL OF PHYSIOLOGY-CELL PHYSIOLOGY, v. 310, n. 7, p. C576-C582, APR 1 2016. Citações Web of Science: 5.

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