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Arrabidade chica Verlot: produção e caracterização de nanopartículas, filmes e esponjas

Processo: 12/12890-8
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 24 de setembro de 2012
Vigência (Término): 23 de dezembro de 2012
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Farmácia - Farmacotecnia
Pesquisador responsável:Mary Ann Foglio
Beneficiário:Leila Servat Medina
Supervisor no Exterior: Julio San Roman del Barrio
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia de Piracicaba (FOP). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Piracicaba , SP, Brasil
Local de pesquisa : Consejo Superior de Investigaciones Científicas (CSIC), Espanha  
Vinculado à bolsa:09/16484-1 - Arrabidaea chica Verlot: formulações de liberação sustentada para aplicação em úlceras de mucosa e pele, BP.DR
Assunto(s):Nanopartículas   Filmes   Quitosana

Resumo

A espécie vegetal Arrabidaea chica (Humb.&Bonpl.) Verlot é nativa da América tropical e utilizada popularmente para enfermidades de pele. O efeito cicatrizante do extrato de A. chica sobre a proliferação de fibroblastos e a estimulação da produção de colágeno, comprovado em estudos desenvolvidos no CPQBA-Unicamp, caracteriza-se como uma alternativa promissora desta espécie para utilização no tratamento de feridas de pele e mucosa. A utilização de micro e nano partículas encapsulando compostos bioativos, cuja ação biológica na forma livre já é bem conhecida, tem trazido grandes benefícios para terapêutica. A encapsulação permite não só a preservação da atividade do bioativo, através da sua proteção contra as agressões do meio externo e o próprio meio biológico, mas também produz a sua liberação gradativa ou sustentada e direcionamento para o sítio de ação. O presente projeto tem como objetivo a produção e caracterização de sistemas nanoparticulados contendo o extrato de A. chica. Serão produzidas nanopartículas de quitosana através da técnica de reticulação, utlizando diferentes entrecruzantes. Esponjas serão preparadas através da liofilização da solução de nanopartículas e os filmes de álcool polivinílico serão produzidos para incorporação das nanopartículas produzidas. Os sistemas nanoparticulados serão caracterizados por microscopia eletrônica de varredura, dispersão de luz dinâmica e microscopia eletrônica de transmissão. A eficiência de encapsulação e liberação serão avaliados por espectroscopia de luz UV. A atividade biológica será avaliada em testes in vitro de proliferação e migracão celular, empregando fibroblastos e queratinócitos. (AU)