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Viés supressor de células dendríticas no câncer: investigação em humanos e em modelo murino de possíveis mecanismos

Processo: 12/13429-2
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 10 de fevereiro de 2013
Vigência (Término): 09 de fevereiro de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Imunologia
Pesquisador responsável:Jose Alexandre Marzagão Barbuto
Beneficiário:Rodrigo Nalio Ramos
Supervisor no Exterior: Christophe Caux
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa : Université Claude Bernard Lyon 1, França  
Vinculado à bolsa:11/08905-7 - Estudo de mecanismos envolvidos na modulação da resposta de Linfócitos T contra antígenos tumorais por células dendríticas derivadas de monócitos de pacientes com câncer, BP.DR
Assunto(s):Células dendríticas

Resumo

As células dendríticas (DCs) são as principais células apresentadoras de antígenos e diversos estudos demonstram que o estado fenotípico e funcional dessas células pode refletir a natureza das respostas do sistema imune frente aos diferentes estímulos. A possibilidade da geração de DCs in vitro a partir de monócitos sanguíneos permitiu grande ganho nos conhecimentos a respeito dessas células bem como a possibilidade do desenvolvimento de protocolos de imunoterapia, principalmente em pacientes com câncer. No entanto, a utilização de DCs derivadas de monócitos de pacientes com câncer parece não ser a ferramenta ideal para a utilização em ensaios clínicos de imunoterapia. Nosso grupo no Brasil demonstrou que DCs derivadas de monócitos de portadores de câncer tem um viés no sentido de induzir linfócitos T reguladores. Por outro lado, o grupo francês, estudando DCs intratumorais, descreve a capacidade destas de atrair linfócitos T com perfil supressor para o microambiente tumoral. Nosso primeiro objetivo, portanto, será avaliar as DCs de pacientes (circulantes e intratumorais), quanto a sua capacidade de, de fato, estimular os linfócitos T reguladores de pacientes. Ao mesmo tempo, avaliaremos a hipótese de que os desvios funcionais de DCs e seus precursores dependem de fatores solúveis produzidos no microambiente tumoral. Finalmente, para investigar uma segunda hipótese, a de que as alterações dependem de alterações hematopoiéticas, usaremos o modelo murino de carcinoma mamário (MMTVneu), para acompanhar a diferenciação de DCs desde seus precursores medulares. (AU)