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RELAÇÕES ENTRE APRENDIZAGEM OPERANTE E SÍNTESE DE PROTEÍNAS CEREBRAIS EM ABELHAS (Melipona quadrifasciata)

Processo: 12/11004-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de outubro de 2012
Vigência (Término): 30 de setembro de 2014
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Experimental
Pesquisador responsável:Deisy das Graças de Souza
Beneficiário:Antonio Mauricio Moreno
Instituição-sede: Centro de Educação e Ciências Humanas (CECH). Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR). São Carlos , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:08/57705-8 - Instituto de Estudos sobre Comportamento, Cognição e Ensino, AP.TEM
Assunto(s):Aprendizagem motora   Proteômica

Resumo

Enquanto a Análise do Comportamento se interessa pelo modo como as ações de um indivíduo se relacionam com o ambiente, a Neurociência se interessa pelo modo como o sistema nervoso medeia essas relações funcionais. Uma ciência do comportamento, para que seja abrangente, deve abordar os dois tipos de problema. Estudos com abelhas têm demonstrado o estabelecimento de condicionamento pavloviano, assim como a aprendizagem de discriminações simples e discriminações condicionais, apontando a abelha como um modelo animal bastante favorável ao estudo dos mecanismos envolvidos no processo de consolidação de memória. Tal processo envolve a síntese de proteínas, as quais são mais adequadamente mapeadas por meio de técnicas proteômicas. Embora existam estudos proteômicos com abelhas, a investigação das bases moleculares da aprendizagem encontra-se ainda no início. O objetivo do presente projeto é estabelecer dois tipos de aprendizagem em abelhas a) aprendizagem de discriminação simples com a exigência de uma resposta motora (pressão à barra) e b) apenas resposta motora (pressão à barra) e comparar proteomas cerebrais resultantes dessas duas condições. De modo complementar, pretende-se investigar a relação entre a quantidade de treino e expressão protéica, comparando-se resultados de duas condições (8 horas versus 16 horas de treino), assim como a relação entre o intervalo de tempo desde o início do procedimento e dissecação e a expressão protéica, também comparando-se duas condições (intervalo de 8 horas versus intervalo de 32 horas).