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Fatores etiológicos da prematuridade e consequências dos fatores perinatais na saúde da criança: coortes de nascimentos em duas cidades brasileiras. 1º subprojeto: fatores de risco para a prematuridade

Processo: 12/18247-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de outubro de 2012
Vigência (Término): 30 de abril de 2013
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Saúde Materno-infantil
Pesquisador responsável:Marco Antonio Barbieri
Beneficiário:Luiz Fernando Ferreira de Oliveira
Instituição-sede: Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:08/53593-0 - Fatores etiológicos da prematuridade e conseqüências dos fatores perinatais na saúde da criança: coortes de nascimentos em duas cidades brasileiras, AP.TEM
Assunto(s):Pediatria   Recém-nascido prematuro   Assistência perinatal

Resumo

O presente estudo consiste de dois grandes subprojetos. O primeiro vai avaliar novos fatores de risco para prematuridade como componentes de duas cadeias de causalidade: as hipóteses neuroendócrina e imuno-inflamatória. Na primeira, estresse durante a gestação favoreceria a liberação do CRH (hormônio liberador de corticotropina) e indução do parto prematuro, potencializado por polimorfismos do gene do CRH. Na segunda hipótese, infecções maternas seriam potencializadas por susceptibilidade genética, promovendo a liberação de mediadores inflamatórios, levando à prematuridade. Estas hipóteses estão sendo testadas em estudo caso-controle aninhado em uma coorte iniciada no 5º mês do pré-natal, em amostra de conveniência, abrangendo 3000 nascimentos em duas cidades, São Luís (MA) e Ribeirão Preto (SP). Esta coorte foi reentrevistada por ocasião do nascimento e está sendo reavaliada no 2º ano de vida. O segundo subprojeto avaliará indicadores de saúde perinatal e seu reflexo nas taxas de prematuridade e baixo peso ao nascer, comparando-as com dados de coortes estudadas nos últimos trinta anos nos dois municípios. Será também avaliado o impacto da prematuridade e outras condições no nascimento sobre crescimento, desenvolvimento de resistência insulínica, alterações neurológicas e comportamentais, fatores de risco para alergia e chiado e alterações da saúde bucal. Essa avaliação está sendo feita por entrevista com as mães, avaliação antropométrica e coleta de sangue para avaliação bioquímica e estudos genéticos das crianças, aplicação de testes de alergia cutâneos e avaliação odontológica.