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Envolvimento de STI1 no controle da proliferação de células-tronco embrionárias

Processo: 12/18466-3
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2012
Vigência (Término): 30 de junho de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Citologia e Biologia Celular
Pesquisador responsável:Marilene Hohmuth Lopes
Beneficiário:Angela Del Ry Menezes
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:11/13906-2 - Contribuição da co-chaperonina STI1 no desenvolvimento murino: células tronco embrionárias como modelo de estudo, AP.JP
Assunto(s):Biologia do desenvolvimento   Proliferação   Proteínas de choque térmico   Células-tronco embrionárias

Resumo

Stress inducible protein 1 é conhecida como uma co-chaperonina capaz de modular a atividade de proteínas de choque térmico (Hsps) de 70 a 90 kDa. Sua localização indica que essa proteína pode formar complexos multiprotéicos no núcleo, citoplasma e no meio extracelular, com diferentes atividades biológicas. Na sua forma solúvel interage com a proteína prion celular (PrPC), uma glicoproteína de membrana plasmática com funções importantes no desenvolvimento do sistema nervoso e plasticidade neural. Recentemente a STI1 tem sido observada na regulação do status pluripotente das células-tronco embrionárias podendo atuar na embriogênese e participando da regulação da auto-renovação e proliferação de células-tronco neurais.Para confirmar sua relação com a embriogênese, foi gerado um camundongo nocaute constitutivo deficiente para o gene de STI1. Um achado importante foi que para animais em homozigose a deleção de STI1 é letal e leva à má formação embrionária que aparece entre o sexto e o décimo dia do desenvolvimento murino. Cabe ressaltar que a frequência de implantação e desenvolvimento embrionário até o décimo dia de vida intra-uterina é muito baixa quando comparado ao número de blastocitos nocaute para STI1 encontrado. Sendo assim, esta molécula apresenta ser um fator indispensável no desenvolvimento de mamíferos. Desta forma o cultivo de células-tronco embrionárias (ESCs) pluripotentes, torna-se a abordagem mais adequada para estudarmos o mecanismo envolvido na letalidade de embriões deficientes para STI1 no período inicial do desenvolvimento, pois é o único modelo que mimetiza o desenvolvimento do epiblasto in vitro com capacidade de contribuir para todas as células do tecido fetal, incluindo linhagem germinativa.Diante dos dados que mostram STI1 envolvida na proliferação de células-tronco neurais, o principal objetivo deste projeto é avaliar a participação de STI1 no controle da proliferação de linhagens de ESCs expressando diferentes níveis de STI1.

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