Busca avançada
Ano de início
Entree

Efeitos da imunossupressão sôbre a depuração mucociliar dè ratos: comparação entre dois esquemas dè terapia tríplice

Processo: 12/15043-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de outubro de 2012
Vigência (Término): 30 de setembro de 2013
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Cirurgia
Pesquisador responsável:Rogerio Pazetti
Beneficiário:Angel Anny Sousa Liu
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Depuração mucociliar   Cirurgia torácica   Inflamação   Imunossupressão

Resumo

O transplante de pulmão é, hoje, parte fundamental no tratamento das doenças terminais do pulmão, constituindo uma modalidade terapêutica eficaz para pacientes com doença pulmonar incapacitante, progressiva e em estágio final, sendo as principais: doença pulmonar obstrutiva crônica, enfisema por deficiência de Alfa 1 antitripsina, hipertensão pulmonar, fibrose pulmonar e cística. O número de transplantes realizados anualmente e o de centros que os realizam crescem continuamente. Muitos progressos têm sido obtidos na abordagem do doador, preservação do pulmão, técnica operatória e manuseio da imunossupressão. O esquema clássico de imunossupressão empregado após o transplante é constituído de três drogas: ciclosporina, azatioprina e prednisona. Porém, atualmente, existe uma tendência ao uso de outro esquema composto por tacrolimus, micofenolato de mofetil e prednisona. Vários trabalhos na literatura apontam para melhores resultados no uso dessas drogas quando comparadas ao esquema clássico. No entanto, todas as drogas imunossupressoras podem causar sérios efeitos colaterais nos pacientes transplantados, dentre os quais está o prejuízo da depuração mucociliar das vias aéreas, o que pode levar a infecções do sistema respiratório, aumentando a morbidade e mortalidade pós-transplante.