| Processo: | 12/15459-6 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de novembro de 2012 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Genética - Genética Molecular e de Microorganismos |
| Pesquisador responsável: | Ana Cristina Gales |
| Beneficiário: | Rodrigo Cayô da Silva |
| Instituição Sede: | Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Acinetobacter baumannii Microbiologia médica beta-Lactamas Epidemiologia molecular Brasil |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | acinetobacter baumannii | beta-lactamicos | Brasil | Epidemiologia Molecular | Proteínas ligadoras de penicilinas (PBPs) | Resistência antimicrobina | Microbiologia Clínica |
Resumo Os carbapenens são uma das poucas opções no limitado arsenal terapêutico para o tratamento de infecções causadas por A. baumannii. Entretanto, surtos causados por cepas de A. baumannii resistentes a esses antimicrobianos têm se tornado um problema mundial. A erradicação das cepas de A. baumannii no ambiente hospitalar é difícil, uma vez que clones multirresistentes se estabelecem nesse nicho, eles se tornam endêmicos. Dentre os mecanismos de resistência aos carbapenens em A. baumannii, somente a produção de ²-lactamases tem sido estudada com maior frequência. Embora se saiba que o principal grupo de carbapenemases produzidas por isolados de A. baumannii seja o grupo das oxacilinases, que hidrolisam fracamente os carbapenens, este fato reforça a hipótese de que outros mecanismos poderiam estar contribuindo neste fenótipo. As proteínas ligadoras de penicilina (PBPs) tem uma função vital para a célula bacteriana e por esta razão constituem o alvo para muitos dos antimicrobianos usados na clínica, dentre eles os ²-lactâmicos. Estudos recentes tem levantado a hipótese de que essas proteínas tem um papel importante e complexo, tanto na resistência como na patogenia de isolados de A. baumannii. Sendo assim, o presente estudo foi elaborado com o intuito de avaliar a contribuição das PBPs na resistência aos ²-lactâmicos em isolados de A. baumannii geneticamente distintos isolados em diferentes regiões brasileiras. Seriam as PBPs um adjuvante para a aquisição de altos níveis de resistência verificado nos isolados nacionais produtores de OXA-23? Carbapenemases menos potentes levariam a uma reorganização das PBPs em A. baumannii? A pressão seletiva exercida pelos ²-lactâmicos nas PBPs de A. baumannii seria mínima, já que os demais mecanismos de resistência agiriam em etapas anteriores impedindo que tal evento ocorresse? Esperamos, com este estudo, responder a essas questões e que, desta maneira, contribuir para o entendimento da complexa integração entre diferentes mecanismos de resistência em A. baumannii. | |
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