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Avaliação celular dos efeitos estimulação cerebral profunda no núcleo anterior do tálamo em modelos experimentais de epilepsia do lobo temporal

Processo: 12/10764-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de novembro de 2012
Vigência (Término): 30 de abril de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia
Pesquisador responsável:Luciene Covolan
Beneficiário:Beatriz Oliveira Amorim
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo, SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:11/50680-2 - Investigação multimodal da epileptogênese com ênfase na incorporação de novos modelos e novas ferramentas, AP.TEM
Assunto(s):Estimulação cerebral   Pilocarpina   Epilepsia

Resumo

A epilepsia é considerada um dos distúrbios mais comuns na clínica neurológica no mundo inteiro, sendo a mais frequente a epilepsia do lobo temporal (ELT). Na prática clínica a estimulação cerebral profunda (DBS) tem sido utilizada como tratamento alternativo para a população de pacientes com epilepsia que são refratários ao tratamento farmacológico. Pelo fato do núcleo anterior do tálamo (NA) ocupar uma posição central na circuitaria límbica, ele tem sido um dos alvos mais usados no controle de crises. Em estudos prévios, o nosso grupo mostrou que os animais tratados com uma corrente de 500µA reduziu a latência para o desenvolvimento de crises após administração sistêmica de pilocarpina. Apesar do bom desempenho da estimulação cerebral profunda na clínica e da redução da frequência de crises e aumento da latência para o estabelecimento do status epilépticus (SE) em modelos experimentais, as ações celulares do DBS permanecem desconhecidas. A fim de investigar os mecanismos celulares subjacentes à estimulação cerebral profunda (DBS) no núcleo anterior do tálamo no modelo de epilepsia do lobo temporal induzida pela pilocarpina sistêmica propomos um estudo que visa elucidar algumas das questões a respeito do efeito dessa estimulação em diferentes períodos após a indução do SE. (AU)