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Efeitos da privação de sono paradoxal sobre a implantação e a progressão de metástases experimentais em modelo de melanoma murino

Processo: 12/14525-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2012
Vigência (Término): 31 de julho de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Deborah Suchecki
Beneficiário:Laís de Oliveira Marchioro
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Estresse psicológico   Corticosterona   Neoplasias   Privação de sono

Resumo

A privação de sono paradoxal (PSP) é considerada um fator estressante, pois induz aumento das concentrações de glicocorticóides (GC) em humanos (cortisol) e em roedores (corticosterona), por meio da ativação do eixo hipotálamo-pituitária-adrenal (HPA), o que pode levar a uma série de distúrbios resultantes da secreção prolongada e/ou aumentada desses hormônios. Alguns estudos relacionam quadros de infecção e inflamação a estados de letargia e sonolência, e outros indicam que indivíduos privados de sono apresentam maior suscetibilidade a infecções. Estes dados levaram ao interesse em se estudar a interação entre sono e sistema imunológico. Tendo em vista que, o estresse está associado com a redução funcional de células T citotóxicas e células "natural killer" (NK), processos como a vigilância imunológica contra tumores, mecanismos de estabilidade genômica e mutações somáticas são afetados. Dessa maneira, a ativação persistente do eixo HPA em resposta ao estresse, pode contribuir para o desenvolvimento e progressão de alguns tipos de câncer. Sendo assim, o presente estudo tem o objetivo de averiguar os efeitos da privação de sono paradoxal (PSP) na implantação e na progressão tumoral, em um modelo de melanoma murino, observadas em diferentes momentos, desde a inoculação até o desenvolvimento final das células tumorais. Ainda serão observadas as variações nas populações imunológicas, tanto as esplênicas quanto as infiltrantes do tumor. Para isso, camundongos machos da linhagem C57BL/6 serão inoculados com 1x10(5) células de melanoma murino B16F10 e, imediatamente após, serão submetidos a 72 h de PSP, pelo método modificado das plataformas múltiplas. Ao longo de toda a progressão tumoral (geralmente 11 dias), será realizado o acompanhamento das metástases e das populações imunológicas esplênicas e infiltrantes do micorambiente tumoral, da produção tecidual e plasmática de citocinas, bem como a determinação das concentrações plasmáticas de corticosterona; também serão realizados ensaios funcionais para a verificação da atividade de células T. (AU)

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