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Taxa de prenhez, resposta inflamatória e hemodinâmica uterina após inseminação artificial com sêmen congelado avaliado por sondas fluorescentes em equinos

Processo: 12/11353-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de novembro de 2012
Vigência (Término): 30 de junho de 2014
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Medicina Veterinária - Reprodução Animal
Pesquisador responsável:Eneiva Carla Carvalho Celeghini
Beneficiário:Elena Carolina Serrano Recalde
Instituição-sede: Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Fertilidade animal   Endometrite   Sêmen animal   Espermatozoides   Criopreservação   Ultrassonografia Doppler

Resumo

O objetivo deste trabalho é verificar a taxa de prenhez e a resposta inflamatória uterina em éguas, considerando hemodinâmica uterina e citologia endometrial após a inseminação artificial (IA) com sêmen congelado de alta e baixa qualidade, determinada pela integridade de membrana plasmática e acrossomal e função mitocondrial dos espermatozoides por sondas fluorescentes. Amostras de sêmen de um mesmo garanhão serão avaliadas pela associação das sondas fluorescentes: PI-H342, FITC-PSA e JC-1 e agrupadas de acordo com o percentual de células apresentando integridade de membrana plasmática, integridade de acrossomo e função mitocondrial (PIAIC). Dezesseis éguas serão previamente selecionadas, descartando do experimento aquelas que tenham predisposição à endometrite, levando-se em conta o histórico reprodutivo e o exame ginecológico. As éguas serão distribuídas em dois grupos em um primeiro ciclo sendo: Grupo C (controle): éguas não inseminadas, com mimetização do procedimento de IA (n=8), Grupo D: infusão intrauterina somente de diluidor (n=8). As mesmas éguas serão novamente distribuídas em dois grupos em um segundo ciclo, sendo: Grupo A: éguas inseminadas com sêmen de alta qualidade (n=8), e Grupo B: éguas inseminadas com sêmen de baixa qualidade (n=8). Será realizado o acompanhamento do desenvolvimento folicular ovariano diariamente, e na presença de um folículo e 35 mm, será administrada gonadotrofina coriônica humana (hCG) para induzir a ovulação. A avaliação uterina será realizada por ultrassonografia transretal com Doppler colorido em sete períodos: prévio a administração de hCG (T-30), imediatamente antes da inseminação (T0), 2 (T2), 6 (T6), 12 (T12), 24 (T24)e 48horas (T48) após a IA. A citologia uterina será realizada 12 h após a IA. O diagnóstico de gestação será realizado 14 dias após a IA por ultrassonografia modo-B. Os dados de fertilidade serão analisados por X2 e a resposta inflamatória em função da qualidade do sêmen será submetida à análise de regressão utilizando-se o programa SAS (SAS, 2010).

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Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
RECALDE, Elena Carolina Serrano. Influência da qualidade do sêmen criopreservado equino sobre a taxa de prenhez, hemodinâmica uterina e endometrite pós-cobertura. 2014. Dissertação de Mestrado - Universidade de São Paulo (USP). Faculdade de Medicina Veterinária e Zootecnia (FMVZ/SBD) São Paulo.

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