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Insuficiência aórtica crônica e tratamento com antidepressivo sobre a ingestão e excreção de sódio

Processo: 12/14482-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2012
Vigência (Término): 31 de outubro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Juliana Irani Fratucci de Gobbi
Beneficiário:Mariana Franco Kumanaya
Instituição-sede: Instituto de Biociências (IBB). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Botucatu. Botucatu , SP, Brasil
Assunto(s):Serotonina   Sal na dieta   Antidepressivos

Resumo

A insuficiência aórtica (IAo) desenvolve uma das maiores respostas de hipertrofia miocárdica observadas nas doenças cardíacas. No Brasil, ainda frequente como secundária da febre reumática e sua incidência têm aumentado na forma degenerativa relacionada à idade. A IAo se mantém assintomática por um longo período, até que na fase crônica da doença, já com o ventrículo dilatado, o paciente busca pelo tratamento médico. Uma co-morbidade muito comum associada à doenças cardiovasculares é a depressão. Entre os antidepressivos mais prescritos em todo o mundo encontram-se os inibidores seletivos da recaptação da serotonina (ISRS). A administração de paroxetina, um ISRS, em ratos que apresentavam uma IAo subcrônica, 4 semanas após a IAo, melhorou a função sistólica e reduziu a ingestão de sódio diária destes animais em comparação aos que não receberam o tratamento com ISRS. Uma pergunta a ser respondida é se esse tratamento com o ISRS poderia ser benéfico em animais com uma IAo crônica, 8 semanas após a IAo, uma fase mais acentuada no desenvolvimento da doença cardíaca. Portanto, os objetivos do presente projeto são estudar os efeitos do tratamento com paroxetina, da 8ª semana após a IAo até a 12ª semana, sobre: a) a ingestão diária de sódio e água, b) a ingestão de sódio e água após uma depleção de líquidos , e c) a excreção urinária de sódio e potássio após o tratamento com o ISRS.