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As variações de uso do conceito de milieu entre os séculos XVIII e XIX, segundo a história das ciências de Georges Canguilhem.

Processo: 12/16022-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2013
Vigência (Término): 31 de agosto de 2014
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Filosofia - História da Filosofia
Pesquisador responsável:Márcio Alves da Fonseca
Beneficiário:Claudio Vinícius Felix Medeiros
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Comunicação, Letras e Artes. Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):História da ciência   Michel Foucault   Filosofia contemporânea   Epistemologia

Resumo

O presente projeto de pesquisa se ampara nas análises de Georges Canguilhem em seu texto "Le Vivant e son Milieu" , onde são reconstituídas as etapas históricas de formação do conceito de milieu entre os séculos XVIII e XX. O objeto de estudo pretendido é a compreensão da inferência, encontrada na Philosophie Zoologique (1809) de Lamarck, de que as mutações orgânicas e o surgimento de novos indivíduos são produtos de estímulos ocasionados pelas condições dos milieux. Mas como a história das ciências de Canguilhem não opera através da abstração do conceito de milieu, o que significaria tomá-lo como um universal, cabe situar e introduzir a aparição deste objeto em uma sucessão histórica de fatos científicos. Tais fatos, segundo Canguilhem, remontam à publicação da Óptica (1704) newtoniana e da Histoire Naturelle (1749) de Buffon. Portanto, já que, presentemente, se objetiva compreender como Lamarck explica certas reações orgânicas por influências dos milieux, é necessário localizar em Newton e em Buffon as outras duas variações de uso do conceito no século XVIII.

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