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Distribuição das tensões em próteses sobre implantes pré-angulados

Processo: 12/01839-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de novembro de 2012
Vigência (Término): 31 de outubro de 2013
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Odontologia - Clínica Odontológica
Pesquisador responsável:Marcelo Coelho Goiato
Beneficiário:Guilherme Sarauza Arsufi
Instituição-sede: Faculdade de Odontologia (FOA). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Araçatuba. Araçatuba , SP, Brasil
Assunto(s):Prótese dentária   Biomecânica   Fotoelasticidade

Resumo

Até hoje a única alternativa para correção da inclinação de implantes em reabilitação protética era utilizando intermediários angulados. No entanto, eles podem interferir na transmissão de forças deixando-a não paralela ao longo eixo do implante. Além disso, em caso de altura excessiva do complexo intermediário-coroa pode provocar destorque e fratura do parafuso. Buscando solucionar esses problemas será lançado no mercado nacional implantes pré-angulados (experimental) (8°,12° e 20°), que serão testados nesse estudo. Desse modo, o presente estudo terá por objetivo avaliar, por meio de análise fotoelástica, o comportamento biomecânico de próteses parafusadas sobre implantes: convencional (0°) e experimentais pré-angulados (8°, 12° e 20°), com coroas unitárias ou 3 elementos unidas. Para isso, serão confeccionados oito modelos em resina fotoelástica PL-2, com implantes de 13x4 mm(Osteofit). Para cada modelo será confeccionada uma coroa unitária e uma prótese de 3 elementos unidos. O conjunto modelo fotoelástico-implante-prótese será posicionado em um polariscópio circular e, em seguida, serão aplicadas cargas de 100 N, em direção axial e oblíqua (45°), em pontos fixos da superfície oclusal das coroas com ajuda de uma máquina ensaio universal (EMIC). As tensões geradas serão registradas fotograficamente e analisadas em programa gráfico (Adobe Photoshop). Os registros fotográficos das amostras serão analisados para verificar a direção de propagação e intensidade das tensões, conforme a análise qualitativa. Para facilitar, a análise será dividida da seguinte maneira: de acordo com o número de franjas de alta intensidade (transição verde-rosa) e de acordo com a área de distribuição das tensões.