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Distúrbios da olfação no traumatismo cranioencefálico leve

Processo: 12/16520-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2012
Vigência (Término): 30 de setembro de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Laura Silveira Moriyama
Beneficiário:Fernanda Telles Sales
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Médicas (FCM). Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP). Campinas , SP, Brasil
Assunto(s):Olfato   Transtornos do olfato   Traumatismos craniocerebrais   Neurologia

Resumo

A perda de olfato pode se dar em uma série de condições neurológicas, incluindo doenças neurodegenerativas como as doenças de Parkinson e de Alzheimer, cefaleias primárias e Traumatismo Cranioencefálico (TCE). A associação da perda de olfato com o TCE está bem consolidada pelos estudos nos casos de trauma grave, com alterações significativas no exame neurológico e nos exames de imagem, além de outros déficits funcionais nesses indivíduos. Entretanto, na rotina médica, traumas leves são muito mais frequentes e há poucos estudos de olfação em TCE leve, embora existam relatos e estudos pequenos mostrando perda de olfato mesmo em pacientes sem alterações de consciência e TC de Crânio normal. O objetivo desse estudo é comparar grupos de pacientes com TCE leve (Glasgow 13-15 e TC de Crânio sem anormalidades) com grupos controle de mesmo sexo, idade e condições sócio-econômicas, utilizando um teste de olfato padronizado (Sniffin Sticks), com uma tradução para português já validada, observando se há diferença na prevalência e severidade de hiposmia entre esses dois grupos. Objetivos secundários incluem o estudo da relação entre mecanismos de trauma e hiposmia, e teste da acurácia (especificidade e sensibilidade) de um teste simplificado para ser usado como screening nesses casos. (AU)