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Papel da osteoclastogênese e ativação dos osteoclastos em pacientes com Espondilite Anquilosante

Processo: 12/21749-7
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de dezembro de 2012
Vigência (Término): 30 de abril de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Clínica Médica
Pesquisador responsável:Rosa Maria Rodrigues Pereira
Beneficiário:Claudia Maria Benetti
Instituição-sede: Faculdade de Medicina (FM). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:11/23781-2 - Papel da osteoclastogênese e ativação dos osteoclastos em pacientes com espondilite anquilosante, AP.R
Assunto(s):Osteoclastos   Espondilite anquilosante   Osteoclastogênese   Osteoprotegerina   Reumatologia   Apoptose

Resumo

Espondilite anquilosante (EA) é uma doença reumática crônico-inflamatória caracterizada por formação de osso novo que leva a desenvolvimento de sindesmófitos e subsequente anquilose vertebral. Concomitantemente, pacientes com EA apresentam massa óssea reduzida e pacientes com sindesmófitos possuem menor densidade óssea comparada com pacientes sem esta complicação. Esses achados reforçam a ideia de que a formação e perda óssea podem ocorrer em paralelo na EA e estar relacionadas ao desequilíbrio do sistema RANKL, RANKL e osteoprotegerina (OPG). Na EA existe uma forte associação entre as vias catabólica (RANKL) e anabólica (Wnt). Esta última é essencial para a proliferação e diferenciação de osteoblastos. Citocinas como TNF induzem DKK-1 e esclerostina, proteínas que atuam inibindo a via de sinalização Wnt. O bloqueio do DKK-1 e/ou esclerostina pode levar a redução no número de osteoclastos interferindo na reabsorção óssea e sugerindo que as vias anabólica e catabólica interagem com importante papel biológico. Molecularmente, a OPG é um componente chave do sistema RANK-RANKL e parece ser regulada pela via Wnt e vice-versa. Baseando-se no conhecimento de que osteoclastos desempenham um papel central na destruição osteo-articular em doenças inflamatórias, nós questionamos se variações na osteoclastogênese em pacientes com EA poderiam estar correlacionadas à presença, atividade ou gravidade da doença. Para tanto, propomos o estudo de células mononucleares do sangue periférico de pacientes com EA para analisar as características dos precursores dos osteoclastos, dos osteoclastos maduros, sua capacidade osteoclastogênica e correlacionar com aspectos clínicos da doença e densidade mineral óssea destes pacientes.