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Alterações no conteúdo peptídico intracelular na esquizofrenia do lobo temporal anterior

Processo: 12/21573-6
Linha de fomento:Bolsas no Exterior - Estágio de Pesquisa - Doutorado
Vigência (Início): 15 de janeiro de 2013
Vigência (Término): 14 de julho de 2013
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Fisiologia - Fisiologia de Órgãos e Sistemas
Pesquisador responsável:Luiz Roberto Giorgetti de Britto
Beneficiário:Cecília Cequeira Café Mendes
Supervisor no Exterior: Christoph W. Turck
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Local de pesquisa: Max Planck Society, Munich, Alemanha  
Vinculado à bolsa:09/53515-2 - Análise de oligopeptidases e peptídeos intracelulares e suas implicações fisiopatológicas em doenças neurodegenerativas, BP.DR
Assunto(s):Proteoma   Esquizofrenia

Resumo

As doenças neurológicas, que incluem as doenças neurodegenerativas e as neuropsiquiátricas, caracterizam-se por serem, respectivamente, disfunções progressivas e com perda neuronal, e distorções no processamento, codificação e filtragem das informações sensoriais. Dentre essas doenças pode-se incluir a Doença de Parkinson (DP), que apresenta alterações de movimento atribuídas a uma queda nos inputs dopaminérgicos no estriado, pela degeneração neuronal da substância negra pars compacta (SNc), e a esquizofrenia (SCZ), em que o paciente apresenta alucinações, delírios e distúrbios do pensamento bem como alterações nas relações sociais, motivação, afetividade, dentre outros. Alguns estudos já correlacionam a participação de peptídeos e oligopeptidases na progressão de doenças como a de Alzheimer e como cruciais na DP e SCZ. Além disso, dados em nosso meio confirmam o papel ativo de peptídeos, como a hemopressina, na regulação de receptores canabinóides, tidos como importantes para a modulação de doenças neurológicas. Assim, objetivamos, em continuidade com o trabalho de doutorado realizado em modelo animal para DP, investigar possíveis alterações no conteúdo peptídico intracelular em amostras do lobo temporal anterior de pacientes esquizofrênicos e analisar as alterações observadas na hemopressina (PVNFKFLSH) e em peptídeos relacionados (VD-Hpalfa VDPVNFKLLSH, RVD-Hpalfa-RVDPVNFKLLSH, VD-Hpbeta). Para isso, utilizaremos as técnicas de marcação isotópica e cromatografia líquida acoplada à espectrometria de massas (LC-MS/MS) para análise semi-quantitativa e identificação do conteúdo peptídico intracelular. (AU)

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