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Modelo fração de desenvolvimento esperado contextual: efeito de modulações tonais em composições musicais genuínas, de experiência prévia e de tempo de resposta sobre estimações temporais

Processo: 11/51822-5
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2013
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2016
Área do conhecimento:Ciências Humanas - Psicologia - Psicologia Experimental
Pesquisador responsável:Jose Lino Oliveira Bueno
Beneficiário:Erico Artioli Firmino
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):15/13223-3 - Modelando a capacidade da memória operacional musical usando o modelo fração de desenvolvimento esperado e modelos de key-finding de Krumhansl, BE.EP.PD
Assunto(s):Cognição   Música

Resumo

O modelo Fração de Desenvolvimento Esperado Contextual (FDE-C) propõe que, se uma distância entre tonalidades é percorrida durante certo intervalo de tempo de uma composição musical, uma expectativa de desenvolvimento temporal é evocada, aquele intuitivamente necessário para percorrer tal distância de modo mais "suave". Esse desenvolvimento temporal esperado é mais longo do que a duração percebida. A desproporção é aplicada sobre a duração percebida resultando em encurtamento temporal. Por outro lado, informações contextuais visuais e verbais interferem, alongando o tempo. A estimação temporal última é, portanto, produto dos estados desbalanceados das representações musicais e não-musicais. O Experimento 1 investiga se o principio de que modulações tonais elidam estimações temporais em função inversa a distâncias intertonais também pode ser estendido a composições genuínas, isto é, a composições gravadas por músicos tocando instrumentos acústicos. O Experimento 2 investiga se o principio de que informações contextuais interferem no processamento temporal da modulação tonal estimulatória também pode ser estendido a diferentes experiências prévias, particularmente para a condição de músicos capazes de descrever conscientemente a estrutura musical escutada em contraste à condição de não-músicos não capazes do mesmo ato. O Experimento 3 investiga o princípio de que, após a escuta de composições modulatórias, um tempo de resposta (TR) curto para estimar o tempo da música favorece superestimações, um TR longo favorece subestimações, e um TR muito longo favorece estimações não padronizadas, devido ao esvanecimento lento das representações musicais e ao esvanecimento rápido das representações visuais e verbais. (AU)