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A correspondência entre João Guimarães Rosa e seu tradutor francês, Jean-Jacques Villard

Processo: 12/14611-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2013
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2016
Área do conhecimento:Linguística, Letras e Artes - Letras - Línguas Estrangeiras Modernas
Pesquisador responsável:Gloria Carneiro do Amaral
Beneficiário:Márcia Valéria Martinez de Aguiar
Instituição-sede: Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Bolsa(s) vinculada(s):13/22011-4 - A correspondência entre João Guimarães Rosa e seu tradutor francês, Jean-Jacques Villard, BE.EP.PD
Assunto(s):Tradução   Escritores

Resumo

O principal objetivo de nosso trabalho é preparar para publicação a correspondência, ainda inédita, entre João Guimarães Rosa e seu tradutor francês, Jean-Jacques Villard. Esse projeto compreende duas etapas, a preparação dessa correspondência para a publicação e a elaboração de uma introdução crítica. A primeira inclui a) transcrição das cartas, sua atualização ortográfica e a inclusão de anotações marginais; b) notas com reproduções dos originais citados, referências bibliográficas e biográficas; c) tradução das cartas em francês; d) apêndices com documentos suplementares e artigos de jornais que tratam da recepção de Guimarães Rosa na França dos anos 1960. Para a realização dessa primeira etapa, contamos com os documentos do Fundo Guimarães Rosa conservados pelo Instituto de Estudos Brasileiros da Universidade de São Paulo, assim como com materiais a serem consultados nos arquivos pessoais da família de Jean-Jacques Villard, com a qual já entramos em acordo. Na introdução crítica - segunda parte de nosso trabalho - vamos nos concentrar nas relações que se estabelecem entre autor e tradutor através da mediação da obra a ser traduzida. Isso implicará examinar a concepção poética aceita por cada um deles e, também, os horizontes literários presentes no momento da produção da obra e da tradução. Vamos tomar como base teórica o conceito de escritor de Roland Barthes e a teoria do ritmo de Henri Meschonnic, sem desprezar as teorias de Jauss sobre a recepção e de Antoine Berman sobre a prova do estrangeiro. (AU)

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