| Processo: | 12/11256-3 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Mestrado |
| Data de Início da vigência: | 01 de janeiro de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 31 de julho de 2014 |
| Área de conhecimento: | Ciências Agrárias - Recursos Florestais e Engenharia Florestal - Conservação da Natureza |
| Pesquisador responsável: | Pedro Henrique Santin Brancalion |
| Beneficiário: | Flávia Garcia Flórido |
| Instituição Sede: | Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (ESALQ). Universidade de São Paulo (USP). Piracicaba , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Reflorestamento |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Áreas Ripárias | glifosate | reflorestamento | Reflorestamento |
Resumo As áreas ripárias concentram hoje a maioria dos esforços de restauração florestal no Brasil. Uma vez que não há leis que regularizem uso de agrotóxicos nestas áreas, o dilema de usar ou não herbicidas na restauração de matas ciliares se faz presente na maioria dos projetos, principalmente naqueles que se valem do Pagamento por Serviços Ambientais relacionados à recuperação da vegetação nativa em bacias hidrográficas de importância para o abastecimento público. Se por um lado o uso de glifosate nestes projetos aumenta o rendimento operacional e reduz custos no controle de plantas daninhas, por outro existe o risco de contaminação do solo e da água, que se opõe aos princípios da restauração ecológica. Assim, o objetivo deste trabalho será o de avaliar aspectos silviculturais e o potencial de poluição do solo e da água associados ao uso de glifosate na restauração de matas ciliares. O experimento será conduzido em uma Área de Preservação Permanente ciliar no Centro de Experimentos Florestais da SOS Mata Atlântica, em Itu-SP, onde serão demarcadas parcelas experimentais de 20 x 30 m, com plantio de 100 mudas de 35 espécies nativas cada. Serão testados dois tratamentos, referentes ao controle de plantas daninhas por meio da roçagem ou da aplicação dirigida de glifosate. Serão realizadas avaliações de ordem econômica (custos de manutenção), silvicultural (crescimento das mudas plantadas em altura, cobertura de copa e diâmetro de colo) e de potencial de poluição (análise de glifosate e de seu principal metabólito, o ácido aminometilfosfônico, no solo e em água de enxurrada com testes ELYSA). | |
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