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Efetividade da sacarose no alívio da dor durante a vacinação de lactentes nascidos pré-termo e expostos a essa solução adocicada repetidas vezes durante a hospitalização em unidade neonatal

Processo: 12/03170-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Doutorado Direto
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2013
Vigência (Término): 30 de junho de 2017
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Enfermagem - Enfermagem Pediátrica
Pesquisador responsável:Carmen Gracinda Silvan Scochi
Beneficiário:Mariana Firmino Daré
Instituição-sede: Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP). Universidade de São Paulo (USP). Ribeirão Preto , SP, Brasil
Assunto(s):Dor   Recém-nascido   Vacinação

Resumo

Os recém-nascidos pré-termo são expostos a repetidos procedimentos dolorosos durante a hospitalização, somando-se ainda a exposição à dor aguda na vacinação. Para o alívio da dor nessa população, diversas medidas têm sido investigadas, dentre elas a sacarose. No entanto, fica evidente que RNPT apresentam exposição e reatividade a dor diferente dos recém-nascidos a termo, sem o uso de intervenções para o seu alívio, e há lacuna quanto ao uso da sacarose na vacinação dos RNPT e possíveis efeitos do uso em doses repetidas e por um período prolongado. Assim, questionamos se a reatividade biocomportamental de lactentes nascidos pré-termo é igual àqueles nascidos a termo quando submetidos ao uso da sacarose 25% para alívio da dor decorrente da vacinação repetida até o sexto mês de vida. Temos como hipótese que a reatividade à dor na vacinação de lactentes nascidos pré-termo é diferente daqueles nascidos a termo, mesmo quando submetidos à sacarose para alívio da dor decorrente da vacinação repetida até o sexto mês de vida. Tem-se como objetivo geral examinar a reatividade biocomportamental a dor decorrente da vacinação repetida com o uso da sacarose 25% em lactentes até o sexto mês de vida, comparando os nascidos pré-termo com aqueles nascidos a termo. Método: Trata-se de um estudo de coorte, no qual os lactentes serão acompanhados na vacinação até os seis meses de vida incompletos. Na vacinação será administrado 2ml de sacarose 25% via oral em dose única ao bebê, 2 minutos antes do início do procedimento. Estima-se que em seis meses de coleta de dados serão incluídos 400 lactentes. A prematuridade será considerada o fator de risco para a reatividade a dor e a maturidade será avaliada a partir da idade gestacional registrada na declaração de nascido vivo. Serão mensurados os seguintes indicadores de dor e estresse: mímica facial, choro e frequência cardíaca, bem como os fatores contextuais relacionados à reatividade à dor (sexo, peso atual, peso ao nascer, idade pós natal, idade corrigida, Apgar no primeiro e quinto minuto e estado de sono e vigília antes do procedimento). Será utilizada a análise bivariada para comparar as variáveis contextuais. No modelo estatístico serão consideradas co-variáveis aquelas variáveis contextuais com resultados estatisticamente significativos (p<0,05) nos testes bivariados. Para variáveis relacionadas à manifestação da dor (biocomportamental), no caso de análise paramétrica, a comparação das médias intra e entre grupos se dará por meio do teste ANOVA one-way com medidas repetidas. O projeto foi aprovado pelo Comitê de Ética em Pesquisa. (AU)

Publicações acadêmicas
(Referências obtidas automaticamente das Instituições de Ensino e Pesquisa do Estado de São Paulo)
DARÉ, Mariana Firmino. Reatividade à dor na vacinação de lactentes entre dois e cinco meses de idade que receberam sacarose. 2017. Tese de Doutorado - Universidade de São Paulo (USP). Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto Ribeirão Preto.

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