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Papel das Vias de Sinalização CaN/NFAT e MEF2/HDACs no Processo Hipertrófico Induzido pelo Hormônio Tireoidiano, em Cardiomiócitos. Contribuição do Sistema Renina-Angiotensina.

Processo: 12/18515-4
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Pós-Doutorado
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2013
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Morfologia - Anatomia
Pesquisador responsável:Maria Luiza de Morais Barreto de Chaves
Beneficiário:Ana Paula Tiemi Taniguti
Instituição-sede: Instituto de Ciências Biomédicas (ICB). Universidade de São Paulo (USP). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Cardiomegalia   Hormônios tireóideos

Resumo

O coração é um órgão muscular com grande capacidade de remodelamento. O aumento dos níveis plasmáticos de hormônios tireoidianos (HTs) desencadeia resposta hipertrófica do miocárdio que culmina em comprometimento da função contrátil e insuficiência cardíaca. O desenvolvimento da hipertrofia cardíaca constitui um dos principais fatores de risco de morbi-mortalidade cardiovascular no hipertireoidismo e ocorre, inicialmente, como resposta adaptativa ou compensatória à sobrecarga de trabalho gerada pelas alterações hemodinâmicas, bem como por ações diretas dos HT na síntese protéica do miocárdio. Embora estudos in vivo e in vitro demonstrem a participação da enzima PI3K/Akt/mTOR na hipertrofia cardíaca induzida por hormônios tireoidianos, pouco se sabe sobre as vias de sinalização molecular dependentes de Ca2+, CaN/NFAT e MEF2/HDACs. A alteração na função e expressão de proteínas reguladoras de Ca2+ intracelular é uma característica frequente em diferentes modelos de hipertrofia cardíaca, não suficientemente explorada, no entanto, no processo de hipertrofia cardíaca observado no hipertireoidismo, o qual pode ocorrer tanto mediado por ações genômicas, como não-genômicas. Desta forma, o estudo desses mecanismos moleculares torna-se de extrema importância, uma vez que a hipertrofia e a insuficiência cardíaca constituem um dos maiores problemas da patofisiologia cardiovascular atuais e a identificação das bases moleculares relacionadas a esses processos podem resultar na proposição de novas terapias. Neste contexto, propomos no presente estudo avaliar a contribuição das vias dependentes de íons Ca2+ intracelular, CaN/NFAT e MEF2/HDACs, na hipertrofia cardíaca induzida por HT in vitro e o seu possível envolvimento com o sistema renina-angiotensina, o qual encontra-se ativado no hipertiroidismo e que também atua diretamente na mobilização de cálcio intracelular no cardiomiócito.

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