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Efeitos da privação materna sobre os comportamentos alimentar, tipo-ansioso e tipo-depressivo: o papel do Neuropeptideo Y

Processo: 12/20811-0
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de janeiro de 2013
Vigência (Término): 31 de outubro de 2014
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia
Pesquisador responsável:Deborah Suchecki
Beneficiário:Alexandra de Sousa Miragaia de Oliveira
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Privação materna   Neuropeptídeo Y

Resumo

Estudos epidemiológicos indicam a existência de uma alta prevalência de co-morbidade entre os transtornos alimentares, depressivos e ansiosos. Relata-se também que o estresse na infância representa um importante fator de risco para esses transtornos e que existem períodos sensíveis durante os quais eventos estressores podem atuar gerando alterações neurobiológicas e comportamentais na idade adulta. Porém pouco se conhece a respeito da neurobiologia desta co-morbidade, o que dificulta grandemente a proposta de terapias eficientes. Em estudos prévios demonstramos que animais submetidos à 24 h de privação materna (PM) nos dias pós-natais (DPNs) 3 ou 11 (PM3 e PM11) apresentam aumento de comportamento tipo-ansioso, avaliado pelos testes de Transição na Caixa Claro-Escuro e do Labirinto em Cruz Elevado. Além disso, observamos que os animais submetidos a essa manipulação apresentam retardo do ganho de peso até a adolescência e recentemente avaliamos a taxa de crescimento, evolução ponderal e consumo de ração, do desmame até a adolescência (DPN 52), sendo que os animais PM3 e PM11 apresentaram redução em todos os parâmetros, comparados aos ratos controle. No presente projeto procuraremos avaliar, em animais adolescente PM3 e PM11, a expressão de comportamentos tipo-ansioso e tipo-depressivo e os mecanismos responsáveis pelo retardo do crescimento e pela redução do consumo alimentar, analisando parâmetros metabólicos periféricos (leptina, corticosterona) e centrais (Neuropeptídeo Y e seus receptores).

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