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Caracterização dos efeitos de um doador de óxido nítrico em um modelo animal de esquizofrenia.

Processo: 12/21560-1
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Mestrado
Vigência (Início): 01 de março de 2013
Vigência (Término): 28 de fevereiro de 2015
Área do conhecimento:Ciências Biológicas - Farmacologia - Neuropsicofarmacologia
Pesquisador responsável:Vanessa Costhek Abílio
Beneficiário:Mariana Cepollaro Diana
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Esquizofrenia   Modelos animais   Óxido nítrico

Resumo

A esquizofrenia é um dos transtornos mentais mais graves e incapacitantes. Sua manifestação acontece no final da adolescência /início da vida adulta. O tratamento é realizado com o uso contínuo de antipsicóticos. Entretanto esses fármacos não são capazes de beneficiar a todos os pacientes e podem gerar devastadores efeitos colaterais. Nesse contexto, torna-se interessante a investigação de novas drogas e abordagens terapêuticas não só para o tratamento da doença como para a sua prevenção. Evidências têm surgido apoiando alterações do sistema nitrérgico associadas à fisiopatologia da esquizofrenia. Além disso, dados recentes e impactantes evidenciam um efeito terapêutico de um doador de óxido nítrico - o nitroprussiato de sódio - no tratamento de pacientes refratários. O objetivo do presente estudo é avaliar os efeitos do tratamento com um doador de óxido nítrico sobre um modelo animal de esquizofrenia - a linhagem SHR (spontaneusly hypertensive rats). Como primeiro objetivo, o estudo avaliará os efeitos do tratamento agudo sobre as alterações comportamentais observadas na idade adulta que modelam sintomas da esquizofrenia nessa linhagem. Como segundo objetivo, será avaliado um possível efeito preventivo do tratamento precoce (durante a adolescência) sobre essas alterações comportamentais avaliadas na idade adulta e possíveis efeitos colaterais. Avaliaremos também possíveis alterações da transmissão nitrégica associadas a esses tratamentos. Por fim, uma possível correlação das alterações encontradas com variações na pressão arterial também será investigada. Os resultados deste estudo poderão, no futuro, possibilitar um melhor entendimento da fisiopatologia da esquizofrenia, assim como desenvolver e aprimorar estratégias terapêuticas e preventivas para essa doença, levando a uma melhor qualidade de vida dos pacientes e redução do sofrimento dos familiares.