| Processo: | 12/17405-0 |
| Modalidade de apoio: | Bolsas no Brasil - Doutorado |
| Data de Início da vigência: | 01 de março de 2013 |
| Data de Término da vigência: | 29 de fevereiro de 2016 |
| Área de conhecimento: | Ciências Biológicas - Farmacologia - Etnofarmacologia |
| Pesquisador responsável: | Renê de Oliveira Beleboni |
| Beneficiário: | Luis Eduardo Ferreira |
| Instituição Sede: | Universidade de Ribeirão Preto (UNAERP). Campus Ribeirão Preto. Ribeirão Preto , SP, Brasil |
| Assunto(s): | Asteraceae Anti-helmínticos Plantas medicinais Biotecnologia |
| Palavra(s)-Chave do Pesquisador: | Anti-Helmínticos | Asteraceae | Biotecnologia | contortus | Etnofarmacologia | LAMIACEAE e RUTACEAE | Óleos essenciais e análises Fitoquímicas | Ovinos e H | Plantas Medicinais | Química de Produtos Naturais e Biotecnologia Parasitológica |
Resumo A ovinocultura consiste em um modelo de criação pecuária, em geral rústico, presente no Brasil desde o período colonial. Sua importância é destacada em algumas regiões do país e, apesar do grande superávit de mercado nos últimos anos, muito ainda precisa ser melhorado de modo a esta atividade se consolidar de maneira definitiva. Um dos mais graves entraves deste setor pecuário tem sido o controle de helmintos gastrointestinais no rebanho, com destaque para espécie H. contortus, sobretudo, pelo aparecimento de cepas resistentes aos anti-helmínticos convencionais. Este cenário estimula avanços no sentido de se avaliar a atividade anti-helmíntica de produtos naturais e de seus derivados, seja para o desenvolvimento de fármacos tradicionais ou fitoterápicos, se especialmente mostrarem vantagens quanto eficiência, custo e segurança em relação ao arsenal terapêutico usual. O presente trabalho terá como objetivo extrair e caracterizar do ponto de vista fitoquímico óleos essenciais de espécies vegetais das famílias Asteraceae, Lamiaceae e Rutaceae selecionadas de acordo com critérios etnofarmacológicos e quimiotaxonômicos bem definidos, para avaliação de suas atividades anti-helmínticas através de ensaios in vitro contra ovos, larvas e adultos de H. contortus, parasitas gastrointestinais de ovinos, e, posteriormente, em ensaios in vivo envolvendo animais artificialmente infectados para ulterior desenvolvimento de uma formulação farmacêutica eficaz. Nossas estratégias empregam os ensaios in vitro como predecessores dos ensaios in vivo, uma vez que tal arranjo experimental tem se mostrado bastante racional ao permitir economia de tempo, custo, e, sobretudo do ponto de vista ético, a utilização de um número menor de animais necessários para os experimentos in vivo. | |
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