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Identificação de marcadores neuroestruturais e padrões de conectividade cerebral preditores de conversão para psicose

Processo: 12/19790-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2013
Vigência (Término): 30 de novembro de 2014
Área do conhecimento:Ciências da Saúde - Medicina - Psiquiatria
Pesquisador responsável:Rodrigo Affonseca Bressan
Beneficiário:Luana de Souza Bento da Silva
Instituição-sede: Escola Paulista de Medicina (EPM). Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Campus São Paulo. São Paulo , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:11/50740-5 - Prevenção na esquizofrenia e no transtorno bipolar da neurociência à comunidade: uma plataforma multifásica, multimodal e translacional para investigação e intervenção, AP.TEM
Assunto(s):Transtorno bipolar   Esquizofrenia   Transtornos psicóticos   Neuroimagem   Conectividade cerebral

Resumo

Estudos de neuroimagem sugerem que alterações estruturais e de conectividade são observadas antes do início dos sintomas da esquizofrenia e progridem com a evolução da doença. Está bem estabelecido que portadores de esquizofrenia apresentam redução do volume do hipocampo, córtex temporal, frontal e parietal e anormalidades na conectividade entre estas regiões. Estudos recentes com indivíduos em estado mental de risco (EMR) demonstram reduções corticais (frontais) e de conectividade (fronto-temporais), entretanto mais sutis e mais difíceis de serem detectadas. Até o momento, nenhum estudo de neuroimagem avaliou a estrutura, a conectividade estrutural e funcional em conjunto como possíveis preditores de conversão para psicose em EMR.O presente estudo visa testar a hipóteses de que indivíduos em EMR que convertem para psicose apresentam um padrão de comprometimento neuroestrutural e de conectividade estrutural e funcional que pode diferenciá-los dos que estão em estado mental de risco e não convertem. O objetivo geral deste estudo é identificar padrões estruturais e de conectividade estrutural e funcional preditores de conversão para psicose em indivíduos em EMR. Serão incluídos 40 indivíduos em EMR entre 12 e 20 anos que preencherem critérios para EMR já estabelecidos pela literatura. Esperamos com os nossos resultados identificar fatores de risco de conversão para psicose e fornecer evidências neurobiológicas consistentes que permitam intervenções precoces para reduzir as taxas de conversão em indivíduos em EMR. (AU)

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