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Estudos com diferentes morfoespécies de Brevipalpus phoenicis (Geijskes) (Acari: Tenuipalpidae): aspectos biológicos em diferentes substratos e sensibilidade a agroquímicos

Processo: 12/24989-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Iniciação Científica
Vigência (Início): 01 de março de 2013
Vigência (Término): 31 de dezembro de 2013
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitossanidade
Pesquisador responsável:Mário Eidi Sato
Beneficiário:Carolina Suzumi Tsuboka
Instituição-sede: Instituto Biológico (IB). Agência Paulista de Tecnologia dos Agronegócios (APTA). Secretaria de Agricultura e Abastecimento (São Paulo - Estado). São Paulo , SP, Brasil
Assunto(s):Citrus   Manejo integrado de pragas   Brevipalpus phoenicis   Acarologia

Resumo

Os ácaros Brevipalpus phoenicis (Geijskes) apresentam distribuição cosmopolita e se hospedam em mais de 450 espécies diferentes de plantas. São considerados pragas de importância econômica para culturas como citros, café, diversas fruteiras e ornamentais. B. phoenicis está associado à transmissão de diversas viroses, incluindo o vírus da leprose dos citros (Citrus leprosis virus - CiLV) e da mancha angular do cafeeiro (Coffee ringspot virus - CoRSV). Com a vinda do Dr. Ronald Ochoa (pesquisador do USDA ARS, BARC, Beltsville, Maryland, USA) ao Brasil em maio de 2011, observou-se a existência de diferentes morfoespécies de "Brevipalpus phoenicis", atualmente considerada uma única espécie de ácaro. A descoberta da presença de várias "espécies" (morfoespécies) no "complexo Brevipalpus phoenicis" poderá implicar na necessidade de estabelecimento de diferentes estratégias de manejo da praga em citros e outras culturas, caso sejam observadas diferenças entre essas morfoespécies na sensibilidade a agroquímicos, na distribuição geográfica, nos hospedeiros preferenciais, na capacidade de aquisição e transmissão de vírus, entre outros aspectos. O objetivo geral da proposta é ampliar o conhecimento sobre "Brevipalpus phoenicis" em citros e cafeeiro, visando ao estabelecimento de estratégias para o manejo da praga no Brasil. Os objetivos específicos são: a) Estudar aspectos biológicos de duas morfoespécies (Tipo I e Tipo II) de B. phoenicis em diferentes substratos (frutos de citros e folhas de cafeeiro); b) Avaliar a sensibilidade de duas morfoespécies de B. phoenicis a diversos agroquímicos utilizados em citros no Brasil.