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Comportamento de sementes de palmeiras quanto a tolerância à dessecação e ao armazenamento

Processo: 13/02153-9
Linha de fomento:Bolsas no Brasil - Programa Capacitação - Treinamento Técnico
Vigência (Início): 01 de março de 2013
Vigência (Término): 30 de junho de 2013
Área do conhecimento:Ciências Agrárias - Agronomia - Fitotecnia
Pesquisador responsável:Roberval Daiton Vieira
Beneficiário:Jefferson Bento Ibanez
Instituição-sede: Faculdade de Ciências Agrárias e Veterinárias (FCAV). Universidade Estadual Paulista (UNESP). Campus de Jaboticabal. Jaboticabal , SP, Brasil
Vinculado ao auxílio:11/06907-2 - Comportamento de sementes de palmeiras quanto a tolerância à dessecação e ao armazenamento, AP.R
Assunto(s):Germinação   Sementes

Resumo

No Brasil é grande o número de espécies de palmeiras disponíveis e potencialmente importantes para usos diversos como na produção de biodisel, no paisagismo, na alimentação e na produção de cosméticos; porém, o conhecimento sobre o comportamento das sementes é muito pequeno. A demanda atual por mudas dessas espécies requer maior conhecimento sobre as mesmas, particularmente sobre o potencial germinativo e de armazenamento visando a produção de mudas. Os objetivos dessa pesquisa, para cada uma das oito espécies de palmeiras abaixo descritas, serão de: a) determinar a composição química (proteína bruta, extrato etéreo, amido e carboidratos totais) do epicarpo com o mesocarpo dos frutos e dos diásporos (endocarpo + endosperma + embrião) tratados aqui como sementes; b) adequar os procedimentos do teste de tetrazólio (TZ) para a avaliação da viabilidade das sementes, c) classificar as sementes quanto ao comportamento a tolerância à dessecação e ao armazenamento, nos tipos I, II ou III (ortodoxas, intermediárias e recalcitrantes), seguindo-se o protocolo proposto por Hong & Ellis (1996). O projeto está sendo desenvolvido na UNESP, Câmpus de Jaboticabal, SP. Usando-se frutos maduros recém-colhidos das seguintes espécies: Acrocomia aculeata (Jacq.) Lodd. ex Mart. (macaúba), Bactris gasipaes Kunth (palmito-pupunha), Elaeis guineensis Jacq. (dendê), Euterpe edulis Mart. (palmito-juçara), Euterpe oleracea Mart. (palmito-açaí), Oenocarpus bacaba Mart. (bacaba), Phoenix roebelenii O'Brien (tamareira-anã) e Syagrus romanzoffiana (Cham.) Glassman (jerivá). Os dados biométricos e a composição química dos frutos maduros e das sementes; os teores de água das sementes e dos embriões e a viabilidade das sementes serão obtidos de frutos maduros recém-colhidos. Os estudos de composição química serão feitos de acordo com AOAC (2010) e com Nelson (1944) adaptado por Somogyi (1952). Os teores de água serão determinados de acordo com BRASIL (2009). Para o estudo da viabilidade pelo TZ, as sementes de frutos maduros e recém-colhidos, serão quebradas, extraindo os embriões inteiros para imersão em solução de 0,2% de 2,3,5 trifenil cloreto de tetrazólio, à temperatura de 40 °C por períodos de uma, duas, quatro e seis horas. A análise visual de coloração dos embriões, basear-se-á na morfologia e anatomia com os cortes histológicos. A germinação será determinada usando-se dois procedimentos: teste 1 - conduzido em câmara de germinação a 30 °C, com fotoperíodo oito horas, usando-se Sphagnum sp. como substrato, sendo considerada como germinada quando o comprimento da raiz primária atingir a maior medida da semente; teste 2 - sob condições não-controladas de laboratório, em areia, considerando como germinadas as sementes que produzirem plântulas normais. Para estudos na identificação do comportamento das sementes ao armazenamento, sementes inteiras serão colocadas em sala de secagem (20 ± 1 °C; 60 ± 10% UR do ar). Para alcançar teores de água abaixo de 10%, serão usados dessecadores contendo sílica-gel até alcançar o teor de água desejado, e serão aplicados testes de germinação. Para as análises estatísticas, os dados dos testes de TZ e de germinação serão comparados pelo teste de Tukey (± = 0,05), e os dados da germinação serão transformados em arc sen (X/100)1/2.

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